Juntou textos e transcrições como se as minhas afirmações fossem "crime de delito de opinião", um crime que deixou de existir com o 25 de Abril. Isso quis significar que advogava a matéria de "delito de opinião" à boa maneira estalinista, social-fascista e nazi.
Foram transcrições e transcrições de entrevistas minhas à Antena Livre e à Tágide - o que quer dizer que os jornalistas Jerónimo Jorge e Mário Rui Fonseca, meus entrevistadores também puderam de algum modo "colaborar" nessas "instigações" aos meus "delitos de opinião" - para além de recortes de textos meus em todos os jornais onde exerci uma crítica aberta e franca.
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Para Pedro Marques e seus apaniguados à época, que hoje não encontramos mais em parte alguma da vida pública local, João Pico não era um cidadão LIVRE. João Pico só podia dizer o que previamente Pedro Marques autorizasse.
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Ainda hoje nas suas críticas na Antena Livre, volta a reincidir nesse juízo totalitário e faccioso, torneando e deturpando o contexto das minhas frases para me tentar achincalhar.
Basta só verem este exemplo na Grande Entrevista dia 11 de Setembro que ele comentou de forma ordinária dizendo que "não encontrava ponta por onde pegar naquele discurso que não foi discurso nenhum" e mais adiante retirava ardilosamente do contexto da pergunta quanto a "desenvolvimento económico" que o jornalista acrescentara com a alusão às 3 pontes que com muito sentido defendi em 2005, e que me levou a responder equacionando "a necessidade de "amarrar" a Zona Industrial do Tramagal que iria agora sofrer um revés face à nova ponte mais perto de S. Miguel e à variante da EN 118 capazes de deixarem Tramagal às moscas, se outras vias de penetração não forem rapidamente accionadas, inclusivé uma nova e pequena ponte a articular Montalvo e Rio de Moinhos com a parte baixa de Tramagal na Barca.
Isto tinha tudo a ver com " desenvolvimento económico" pos estava a falar da única VILA do concelho.
Porém, o sectário comentador Pedro Marques desprezou e desdenhou esta opinião de uma forma grosseira e animalesca.
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Todos estes comentários e outros na mesma linha desdenhosa, só mostram falta de maturidade para estar diante de um microfone.
Mais: põem a nu um espírito mesquinho e um carácter cínico e totalitário e fascizante de alguém que é incapaz de conviver com as regras do respeito pelas opiniões dos outros em plena democracia. Sentimentos desta natureza, a História só o regista fora da Democracia Ocidental, nos regimes estalinistas, fascistas e nazis.
Note-se que apesar da animosidade crónica que um comentador como Alves Jana, tem sempre mostrado contra mim, mesmo assim, nunca chegou a equiparar-se aos desmandos do colega comentador Pedro Marques.
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E como não admito que Pedro Marques me falte mais ao respeito, pois não o considero digno de me criticar na forma abjecta como o fez, aqui fui deixando estes capítulos evocativos de uma mentalidade cínica e inqualificável. Abrantes não pode estar sujeita a "gentalha" desta.