Venderam os "palecetes herdados", e as terras com aptidão agrícola passaram-nas para urbanas e depois ainda se gabam das passeatas ao Brasil e de manterem a sua opção de vida na terra.
Depois diante de um facto casual e muito normal num país onde abrem falência diariamente, mais de dezassete firmas, ainda mostram toda a carga de "campónios" que existe no seu raciocínio, ao alardearem impunemente, toda a saga de imaturidade e de incompetência para os cargos de responsabilidade autárquica.
É esta a "oposição" que da incompetência do PSD à omissão do CDS nos obriga a ouvir estas prosas de iliteracia judicial, quando há um jurista e um economista e mais 25 dirigentes do CDS local completamente ignorantes quanto ao assunto:
" Penhora Judicial da Câmara de Abrantes"
E lá vêm as "carpideiras do costume" :
« Em resposta ao nosso
pedido de esclarecimentos [ dos vereadores do PSD], Maria do Céu Albuquerque diz, no entanto, que
“não exclui que exista uma execução desta natureza, até porque se trata de
um valor similar ao montante que o município tem para pagar, por trabalhos
executados, a um determinado empreiteiro no âmbito da construção dos centros
escolares”. Para Santana-Maia Leonardo e Belém Coelho “a notícia não
pode deixar de causar estranheza, uma vez que é contraditória com a posição
aparentemente confortável da autarquia, a nível financeiro, no ranking nacional
das autarquias locais”. » in Mirante online
Que santa ignorância!
Com tantas falências que ocorreram, a CMA foi acordar com uma dessas empresas falidas, por via das obras no âmbito do Centro Escolar de Alferrarede. Sem embargo do erro de avaliação da empresa empreiteira em causa, acontece que a mesma tentou cobrar as dívidas dos seus trabalhos executados, através de uma empresa de "factoring" francesa. Por essa via hábil pretendia fugir à devolução de verbas para o acervo da "massa falida" e evitar que esse valor pudesse cair nas mãos dos credores dessa empreiteira, e assim antecipar-se ao Tribunal de Falências.
Repare-se que não era a empreiteira - porque já não tinha legitimidade nem identidade jurídica " personalidade jurídica" é o termo, para mover acções - mas sim uma sua contratada especialista em "factoring" [ leia-se, para abreviar caminho, uma cobradora de dívidas alheias ] quem moveu esse pedido através de uma penhora avulsa.
Agora o mais surpreendente em tudo isto, não é a penhora em si - absolutamente plausível, vos tempos que correm - mas a admiração de dois vereadores do PSD, pelo sucedido, quando um é advogado e outro licenciado em Economia. Por onde é que esta gente tem andado?
Do lado do CDS, ficam calados, como já vem sendo hábito. Agora o interesse do CDS local está mais virado para a Lezíria e para Santarém...
Basta ler o post do site da Concelhia CDS de Abrantes, imutável há oito dias:
« Aos militantes do CDS-PP do distrito de Santarém
Basta ler o post do site da Concelhia CDS de Abrantes, imutável há oito dias:
« Aos militantes do CDS-PP do distrito de Santarém
Caros amigos,
O processo eleitoral acabou.
Venceu a lista “A”, mas podia ter sido a “B” isso não é importante.

