Toda a água que sai pelas turbinas na produção de energia hidroeléctrica pode recuar por meio de bombagem e encher novamente a albufeira de onde saíra antes. Basta usar um sistema de bombagem usando precisamente a energia eólica da noite e madrugada, em períodos de maior ventania. Essa energia eólica da madrugada não tem consumidores directos, capazes de a absorver. Logo, são "sobras". É de boa gestão utilizá-la na bombagem da água que acabou de sair pelas turbinas no dia e na noite anterior.
No limite a mesma água, que antes acabava no mar, pode agora vir a passar vezes sem conta, nas turbinas produzindo mais e mais energia. É como se3 as albufeiras não parassem de ser reabastecidas. Não com a água das chuvas, mas com a água que antes perderam através das turbinas.
Todavia, o preconceito contra as barragens toldou o pensamento criterioso sobre a fortuna que temos em mãos. O futuro no Médio Tejo ficou refém dessa tacanhez.
É-se contra a barragem porque o Rossio fica mais exposto à água, sem que ninguém aprofundasse a grande melhoria na segurança da albufeira, face a um rio Tejo à rédea solta e ao sabor das descargas de Espanha.
Jamais se equacionou a capacidade de absorçãoe armazenamento das águas excedentes através do aprofundamento do leito do Rio Torto, a caminho da Bemposta.
Ter maior capacidade de armazenamento de água não parece ter valor algum, para os detractores das barragens.
As contas que fazem aos alegados "prejuízos" com o consumo de electricidade das eólicas utilizado nas madrugadas ventosas - excedentes a preço zero, utilizados com a bombagem que repõem as águas nas albufeiras, após terem sido descarregadas nas turbinas - são de cabo de esquadra.
Não há prejuízo algum. Há uma reposição da água na mesma albufeira. Água que acabara de produzir energia: a mesma água da albufeira produz mais vezes energia. É como se a barragem fosse uma grande bateria, pronta a produzir mais energia, se, esperar que chova.
Chamar prejuízo ao uso de energia eólica nas bombagens para repôr água nas barragens, é um absurdo.
Quando tanta gente molha a boca, na "seca" que nos ameaça, até parece sacrilégio atacar as albufeiras. Mas, como ninguém discute com seriedade as grandes questões, nada surpreende.
Antº. Costa " esticou " demasiado a corda resumindo todo o problema à limpeza da floresta. Mas a que vai ser feita pelos privados. Pura falácia. O Estado, ainda tem muito mais a fazer. Faltam condições de dignidade social e económica aos rurais. Sobra muita floresta onde escasseia árvores de fruta, vinha e criação de gado. Uma vida equilibrada, rica e variada. Marcelo não escondeu quanto o segundo relatório aprofundou em relação ao anterior. Ainda havia (e há!) coisas por saber.
Companheiro Paulo Portas, todas as lideranças têm um fim.
ALDEIA de MATO e SOUTO com a sua "UNIÃO" tem o caminho aberto para serem a MAIOR e MAIS PROMISSORA FREGUESIA do CONCELHO de ABRANTES. Basta saber livrar-se uns "certos jumentos" da canga autárquica...
BLOGUE PICO do ZÊZERE ABT
INICIADO em 27.10.2007
Abrantes-Popular.blogspot.com
Nos idos de 1970 torneios sem subsídios mas muito amor e suor...
Equipa de futebol do Souto, c/ João Pico a capitão da equipa ( 2º em cima à esqª.)
É esta a obra que Sócrates inaugurou e depois mandou "AFUNDAR"...
Paulo Portas e João Pico vendo o Parque Ribeirinho...
O Urbanizador foi mesmo a Câmara, acreditem!...
Alta tensão sobre Urbanização Municipal nas Arreciadas
Fados no Rossio ao do Sul do Tejo, ontem no Jantar dos Lyon`s de Abrantes
Nuno Pico acompanhado à guitarra por Alfredo Gomes e na viola José Mário Moura
CIDAS, em 1975,a água de REGA no SOUTO - 10 anos antes da água dos SMAS! FUI um dos FUNDADORES!
E desafiei o então presidente, Engº José Bioucas a ir à albufeira do Castelo de Bode connosco buscar água para a freguesia e para ABRANTES. Só que o Engº riu-se... E só em 2001 é que lá foram à albufeira... Tive razão antes do tempo...
Nascido e baptizado no Souto, comigo não há dúvidas de que sou do Souto de Abrantes
Retábulo da Matriz do Souto onde João Pico foi baptizado