
Na Irlanda há serviços ligados às autarquias que fornecem as listas e os contactos com casas particulares onde se pode dormir e comer, que promove esses locais e dá formaçaõ e instrução às pessoas de fracos recursos que queiram enveredar por esse trabalho.No blogue " zedacachoeira-zedacachoeira.blogspot.com" li e comentei uma questão pertinente.
Hetacombe social/cultural em Abrantes.
Não falava do turismo de " Cama e Dormida", óptima solução para o Centro Histórico degradado de Abrantes, do Rossio e Rio de Moinhos ou Norte do Concelho, em vez das taxas agravadas do IMI.
A Associação Comercial ao Ar Livre por acaso, já pensou nisto?!
Mas o zedacachoeira falava que havendo nestes dias de muitas visitas dos filhos de Abrantes ao seu concelho - comofoi o caso da Páscoa - havia um vazio muito grande em Abrantes.
Quando ao mesmo tempo no Sardoal e Constância não faltavam eventos.
Uma falha gravíssima de Abrantes que não soube valer-se da Comunidade Urbana do Médio Tejo - coisa só para invocar nos subsídios a Bruxelas - e fechando-se no seu quintal ou escondendo-se dos seus filhos ( mais de metade os abrantinos vivem e trabalham fora de Abrantes, não é verdade?!...), dir-se-ia, que tudo fizeram para que os abrantinos não se juntassem todos e desse outra animação à sua terra.
Será que nestes útimos 15 ou 30 anos não andámos a promover este distanciamento de abrantinos?!
Uma questão pertinente que veio relançar na discussão esse blogue, cujo autor se mostra no anonimato. Mas que dá umas dá. Embora com algumas reservas.
Agora já se descobre melhor o sentido desse definhamento do concelho. Alguém prossegue num política cultural de animosidae e clar má vontade contra a reunião de abrantinos. Todos fogem, Todos se evitam. Ninguém pára para falar da terra. Isso mesmo: ninguém se junta para discutir a terra.
E vendo bem, não são os socilaistas locais que se ocupam disso?!
Pelo menos bastante cobram pelo "serviço"! Só que nada se vê feito...