"HISTÓRIAS do SOUTO" irão aparecer neste bolg, a partir de hoje, editadas como livro, poara que possam ser recolhidas em memória futura. Outra maneira de ver e contar, como a história e a economia política andaram sempre interligadas numa terra pobre.

ESTE DEPÓSITO, construído com o dinheiro de 250 soutenses só "nasceu" 25 anos depois do Castelo de Bode. A barragem que o devia ter dado aos soutenses e a todos os habitantes do Norte do concelho, não o fez. Os franceses, há 200 anos também só pilharam e mataram... O SOUTO teve sempre o mesmo "AZAR dos TÁVORAS"...!!!

Domingo, 19 de Fevereiro de 2012

4.453 - A minha " Declaração de Interesses" sobre a vida partidária local ( leia-se concelhia do CDS em Abrantes)

Não irá haver qualquer possibilidade de aceitar ser candidato pelo CDS ou por uma coligação do CDS com o PSD no próximo ano.

E regressar à concelhia do CDS é caso encerrado!

Portanto, estou livre e à vontade para abordar todas as críticas que entender, tomando como matriz a defesa dos interesses da minha terra, e do meu concelho de nascimento.

Julgo que tenho o dever cívico de continuar a dar o meu contributo para a melhor discussão dos problemas do concelho. Não tenho que pedir licença a ninguém para o fazer. Nem seria honesto da minha parte, silenciar as minhas opiniões, caso não coincidissem com as opiniões manifestadas por qualquer dirigente autárquico ou partidário, inclusivé do partido onde estou filiado.

MAIS: tomo como afronta pessoal, quiçá preconceituosa e desonesta, não ser convocado para uma Assembleia de Militantes ( o mesmo aconteceu a dois filhos meus, militantes do CDS), quando o presidente da concelhia e toda a direcção concelhia foi inscrita por mim, enquanto presidente concelhio, com esta curiosa peculiaridade: a actual presidente da Assembleia de Militante foi por mim convidada, não só para ser presidente da Mesa, como ainda, para encabeçar a lista à Assembleia Municipal -  assinale-se, contra a vontade de alguns que estão a seu lado, nesta concelhia. E isto tinha que ser dito!

Percebo que a actual concelhia se possa sentir incomodada e pouco à vontade com o seu fraco conhecimento da vida local. E se o medo começa logo dentro de portas partidárias, o que não será, quando vierem os debates com os outros adversários partidários.
Porém, esses factos não podem servir de pretexto para me afastarem das discussões, por temerem que a minha experiência e o domínio de muitas matérias da agenda municipal, os possa fazer parecer ainda mais inexperientes do que são.
Quem não tem coragem para enfrentar as suas limitações, que se demita. Não pode é tentar silenciar os outros.
Esta tomada conjunta da Mesa e da Direcção concelhia revela um enorme défice democrático e não augura nada de positivo para o CDS e para a vida autárquica.

4.452 - AFINAL, as contradições e a iliteracia político partidária podem destruir a vida local...

Dizem alguns, que ter razão antes do tempo pode ser politicamente ruinoso. Pelo menos, os "não virtuosos" da política conseguem minar e distorcer os factos, o que não abona mesmo nada à acção dos virtuosos e  actores intervenientes na necessária cidadania assumida com carácter e seriedade.
O chama-lho filha, antes que to chamem a ti, ao que parece continua a ser muito usado, e a render...

Desde 2001, por gosto e por um acaso, comecei a fazer alguns comentários nos jornais locais, regionais e nas cartas ao Director do "Expresso" e do "DN".
Chegava a uma idade madura, em que com os filhos criados, um homem tende a preocupar-se com as questões da comunidade.
É verdade que eu já trazia mais de 30 anos de desempenhos em cargos directivos em diferentes associações, numa actividade de clara cidadania, desde 1968/69, quando nessa época, um jovem com 16 ou 17 anos ainda não tinha uma juventude partidária à porta da escola, pronta a inscrevê-lo como militante.
Portanto, a minha dedicação e o meu empenho associativo, sendo político, porque visava melhorar e transformar as condições do meu meio envolvente, não podiam ser mais genuínas e libertárias, uma vez que não havia a "canga" da obediência ideológica ou do sectarismo jacobino de facção ou grupo. 

MAIS: a facilidade com que diversifico as abordagens e as opiniões aos diferentes temas da vida local têm a sua razão de ser, pela experiência desses anos e por ter a visão e a capacidade criativa em abordar as questões locais e debruçar-me sobre elas com intuição, interesse e gosto, coisas que não são de estranhar num cidadão amigo da sua terra, que já exerceu funções associativas, políticas e autárquicas ao nível de freguesia e de vereação municipal.

Acontece, que eu fui vereador, quando tinha uma experiência numa matéria muito transversal a quase toda a actividade municipal - no caso, o urbanismo, a construção, as obras e a funcionalidade administrativa e técnica em diferentes câmaras municipais com que contactei durante dezenas de anos, antes de ter chegado a vereador, aos 51 anos. 
Porém, uma circunstância se fazia notar em especial, a saber: fui vereador ao lado de seis autarcas municipais de três forças partidárias diferentes, mas que tinham a mesma formação profissional básica: eram os seis professores!
Logo, aquilo que podia ser uma mais-valia da minha parte, ao trazer para o debate na vereação, outra forma de ver as coisas, não resultou.  Não queriam que resultasse, evidentemente. Mesmo de entre aqueles que deviam ter estado ao meu lado e nem sempre o fizeram. Algumas vezes recolhi a unanimidade adversa, porque os meus colegas de vereação ou não estavam a querer ver as coisas ou tinham outras razões de índole partidária, que fizeram sobrepôr à razoabilidade das minhas propostas, sem que nunca se tivessem dado ao trabalho de justificarem, o que ganhou o concelho, com essas recusas sistemáticas às minhas propostas.
Aliás, ninguém lhes pediu responsabilidades pelos seus actos. Um aspecto peculiar, que como se vê, marca negativamente todo o desejado virtuosismo da vida local.

Se imaginarmos que nos 308 municípios do resto do país, se têm passado situações algo semelhantes ao ocorrido, bem podemos temer que a insustentabilidade da Grécia bem pode ter seguimento com Portugal.
Podem reduzir 1500 freguesias, mas não vejo como se poderá aumentar o acervo de melhores decisões e melhores desempenhos para dotar as terras de outra eficácia nos licenciamentos municipais e no desenvolvimento económico em geral.

Bem podem falar em empreendedorismo, em inovação, mas se nada for alterado dentro da orgânica fechada dos núcleos decisores da nossa administração local, não restam dúvidas: será de temer o pior.

Digam o que disserem, não vejo forma de na próxima revisão da Lei Eleitoral autárquica - ainda que a troika esteja a exigir mudanças nessa lei -  se melhorarem os desempenhos autárquicos.  
TUDO COMO DANTES...! 



4.451 - A "esperteza saloia" com rédea solta pelo Cabeço

O dr. Falcão qualquer coisa entrevistou o Prof. Arqº Duarte Castelo Branco...!!!
Querem tomar-nos por parvos?!
NOTA PRÉVIA: Ao contrário de todas as entrevistas a foto que aparece não é do ilustre entrevistado mas sim do pedante entrevistador, o jornalista de ocasião... O "inchaço" é tanto, que nem sei como a máquina fotográfica conseguiu captar a foto do sujeito... 

Para que jornal? Para que revista?
Porquê essa "entrevista"?! 
Sim qual a razão dessa entrevista surgir em primeira mão (?!) no blog dos "mete nojo por Abrantes"?!
Há alguma proximidade - diria promiscuidade! - entre o dr. Falcão, o arquitecto Duarte e esses sebentos e apócrifos textos(assa) assinados por Miguel Abrantes e Marcelo Noronha?
Não é impunemente que duas personalidades do meio dito intelectual se prestam a esta farsa jornalística.
Depois temos o patético elogio ao Mário Semedo, que até os fez esquecer ( ou engolir...!? ) a primeira foto publicada em manchete no 1ª Linha, a anunciar a "boa nova" de ser Maria do Céu a alternativa a Nelson. E o Nelson a fazer desentendido, dizendo que era "invenção do Mário", quando a manchete demonstrava como foi muito bem "cozinhada" no conluio do triunvirato Mª do Céu, Nelson e o subserviente director na época do defunto 1ª Linha. É que a foto tirada na esplanada do Chave d`Ouro não deixava dúvidas à tramação urdida, com a Mª do Céu a aproveitar a boleia...
Este episódio retrata bem o carácter tolo dos bloguistas  do" mete nojo por Abrantes", anónimos como gato escondido com o rabo de fora...

Vejam este quadro triste e anómalo da malta do "mete nojo por Abrantes:
"Uma casa de Raul Lino (espaço tubucci)

A casa de Mestre Raul Lino construída entre 1910-1920 nas Barreiras do Tejo para a Senhora D. Clemência Dupin (1874-1936), próspera empresária abrantina, que entre outras coisas (muitas ) detinha (1) a concessão da exploração da ponte rodoviária entre aquela localidade e o Rossio ao Sul do Tejo e que foi muito antes da menina Pintasilgo, uma das primeiras mulheres portuguesas a sentarem-se no Parlamento, na Câmara Corporativa. » in blog

Repare-se nesta "tolerância bovina" de quem hoje protesta sobre as portagens da A-23 e da concessão da Abrantáqua e da RPP Solar e outras, e mais outras negociatas e depois acata, com benevolência canina, a existência de portagens entre o Rossio e as Barreiras dezenas de anos após a construção da ponte rodoviária do Rossio...!!!
A coerência destes "mete nojo por Abrantes" é cá um gozo do caraças...
Vejam o que seria o património abrantino com eles...

«




Sábado, 18 de Fevereiro de 2012

4.450 - O Poder Local está refém de minorias que erguem as bandeiras da iliteracia e da incoerência

O Tramagal tem uma biblioteca na Escola Secundária Octávio Duarte Ferreira e outra na sede da Junta de Freguesia.
Com a junção da Escola da Penha e da Escola Nº 1 e da Escola do Crucifixo, num novo Centro Escolar, por sinal o único que não contestei pela sua validade, a Junta e a Acção Escolar decidiram "transferir" a biblioteca na sede da junta, para o novo Centro Escolar.

Mas o presidente da junta na entrevista conduzida pelo Mário Rui Fonseca ainda referiu que havendo apenas uma média de 1,8 leitores por dia e uma média de sete livros a serem utilizados pelos fregueses, fora da biblioteca, achou mais promissor que aquele espaço na junta passase só a integrar computadores e as leituras de revistas ou alguns livros a requisitar à Biblioteca Municipal António Botto.

Esta decisão estava correcta e enquadrava-se no espírito de racionalidade e de bom senso da autarquia. Qual não é o meu espanto quando um professor e bloguista do Tramagal, a leccionar fora do Tramagal ao que julgo saber, veio insinuar de que eu estava muito satisfeito com o "encerramento" da biblioteca e com o facto de só existirem 1,8 leitores diários, na actual biblioteca da junta. E depois veio a dizer que ele também fará tudo para que seja um sucesso essa nova biblioteca e irá dar todo o seu apoio para que isso dê certo.

Esta resposta é pura conversa da treta!
Primeiro "ataca-me" a despropósito. Fala em "encerramento" da biblioteca, quando não há "encerramento" mas apenas mudança de local - e para melhor - atendendo à proximidade dos alunos dessa escola e à facilidade de melhor acompanhamento dos professores às acções de incitamento e estímulo à leitura dos jovens. Depois aludiu
 à tentativa de branqueamento (?!) das políticas centralistas da autarquia municipal.
Finalmente, veio dizer que de futuro também irá apoiar, blá,blá,blá...

Conversa da treta. Esse professor embora fora do Tramagal, nunca se quis informar sobre o movimento de leitores na biblioteca da junta. Parece-me algo elucidativo do desinteresse que no fim de contas sempre manteve com a cultura dos tramagalenses, pese andar sempre a falar em políticas culturais locais e níveis de formação e conhecimento.
Não é tolerável que um professor que se mantém interveniente no blog, - "Tramagal" - nunca tenha aferido da participação ou no índice de utilização dos livros da biblioteca, por parte dos fregueses. Convenhamos, que 1,8 leitores por dia como média é algo confrangedor e triste.
Logo, não parece credível que quem nunca procurou saber destas assiduidades à leitura, possa vir de futuro a "apoiar" a nova biblioteca. E estranha-se ainda mais, que diante desta triste e desapoiada trealidade, ainda se insurja contra a deslocalização da biblioteca para o novo Centro Escolar. Como é que um professor pode defender uma coisa dessas?!

Por estas e por outras, é que me custa a acreditar mais na bondade do dito poder local. Vistas as coisas com toda a crueza, o que dá a impressão é que temos no poder local uma expressão típica e bem denunciada por Ghoete, na tal situação " da ignorância em movimento"...
Os eleitores com a sua iliteracia não só, não elevam os níveis de desempenho dos autarcas, como ainda procuram com atoardas imberbes desmotivar e afundar esses baixos níveis para o fundo do poço.
Os resultados negativos que se recolhem um pouco por toda a parte, só nos induzem para essa triste realidade.
O país e os portugueses foram capturados por minorias incoerentes, tão analfabetas, quanto preconceituosas e erróneas.

Assim não vamos longe. A Grécia está aí como alerta...

NOTA: Em 1962, tinha 11 anos, ajudei o meu avô Martinho, então secretário da Casa do Povo do Souto a organizar o acervo de livros da dita biblioteca, que a Segurança Social e Corporações fizera chegar ao Souto. Salazar não proibia assim tanto a leitura, como se quer fazer crer...
Claro que não enviava biografias de Estaline, nem livros do Cunhal...
Eram para aí uns 30 a 40 livros, desde dicionários, a Gramáticas, História de Portugal do Prof. João Ameal, a História da I Republica, Fernão Lopes, Gil Vicente, Bernardim Ribeiro, Lírica de Camões e os "Lusíadas", Padre António Vieira,  Eça de Queirós, Ramalho Ortigão, Júlio Dinis, Almeida Garrett, Herculano, Latino Coelho e outros livros que iam desde os "Cinco" até Victor Hugo, Shakespear, etc...
Quando anos mais tarde cheguei à Direcção da Casa do Povo ( vice-presidente, em 1980) a primeira coisa que perguntei foi pelos livros da biblioteca. Ninguém já sabia dizer por onde andavam. Fiquei chocado. Como era possível já ninguém saber dos livros?!
Por isso, saber que a biblioteca ficará no novo cEntro Escolar era para mim e para já, um bom augúrio...

4.449 - E o ex-ministro Lacão também tinha cartão como os colegas...?

«Repare-se nesta notícia do Correio da Manhã de hoje. Ministros e outros governantes de José Sócrates tinham um cartão de crédito pago por todos nós, que funcionava como "suplemento remuneratório" ( foi assim que o tribunal de Contas o classificou). Esse suplemente atirava a remuneração efectiva de cada ministro contemplado, para cima de 10 mil euros por mês ( há a acrescer os perks inerentes à função como carros, motorista, etc etc etc e muitos mais etc).» in Portadaloja, posted by José




4.448 - A Biografia da Srª Tatcher, a "DAMA de FERRO" devia passar a toda a hora nas escolas

Gostaria de saber se nas Bibliotecas do Tramagal alguma vez lá entrou uma biografia dessas?!
Felizmente, que as bibliotecas no Tramagal vão estar todas nas escolas ou centros escolares. Não sendo de confiar muito nas opcções dos professores reféns do complexo de esquerdismo ideológico, sempre poderá advir maior abertura.
Victor Hugo Cardoso, como presidente de Junta esteve certo ao abdicar da "bibliotecazinha da sua capelinha, na junta", para a deixar ir para mais perto de quem precisa aprender: os estudantes!
Victor Hugo é um autarca indicado pelo PS. Mas neste caso, tem todo o meu apoio. Não cedeu à falsa cultura de fachada, daqueles que fingem ser amigos do saber, mas que omitiram essa assuidade miserável e retrógrada de 1,8 leitores por dia, na biblioteca da Junta, como denunciou o autarca do Tramagal. 
Outros camaleões da net têm escamoteado essa situação assobiando para o lado, cantando o Zeca...
Grande Zeca Afonso, que não merecia canalha dessa no seu rasto...


«O país que herdou em 1979 estava mergulhado no caos, conhecia uma inflação galopante, níveis de desemprego elevados e uma militância sindical que impedia toda e qualquer reforma. Era a Grã-Bretanha saída do consenso do pós-guerra, uma velha nação que parecia incapaz de contrariar a sua decadência. Um atrás de outro, líderes trabalhistas e conservadores limitavam-se a gerir o dia seguinte através de uma estatização cada vez maior da economia.

A Dama de Ferro não nos conta como é que o thatcherismo mudou o Reino Unido, muito menos como ajudou a mudar o mundo - mas mostra-nos como é que alguém de convicções fortes e vontade inabalável enfrentou a contestação da rua, o desafio da ditadura argentina, as dúvidas do aliado americano ou as reticências dos seus companheiros do partido conservador sempre em nome de princípios e ideias. Muitas vezes lhe disseram que as suas políticas conduziriam ao desastre, muitas vezes lhe falaram de vitórias impossíveis, muitas vezes teve de enfrentar os que queriam ceder face à impopularidade de certas medidas - mas Thatcher nunca desistiu e lutou sempre pelo que considerava essencial. E isso é muito inspirador. (...)» in Público, por João Manuel Fernandes




4.447 - QUATRO DEPUTADOS do CDS, NUM SÓ DIA em Palestra em Abrantes, no dia 28 Março de 2009

DEPUTADOS do CDS: Drª TERESA CAEIRO, Engº José Pedro Amaral,  Dr. Cruz Vilaça, Prof. MATOS CHAVES




BLOGUE PICO do ZÊZERE ABT

INICIADO em 27.10.2007

Nos idos de 1970 torneios sem subsídios mas muito amor e suor...

Nos idos de 1970 torneios sem subsídios mas muito amor e suor...
Equipa de futebol do Souto, c/ João Pico a capitão da equipa ( 2º em cima à esqª.)

É esta a obra que Sócrates inaugurou e depois mandou "AFUNDAR"...

É esta a obra que Sócrates inaugurou e depois mandou "AFUNDAR"...
Paulo Portas e João Pico vendo o Parque Ribeirinho...

O Urbanizador foi mesmo a Câmara, acreditem!...

O Urbanizador foi mesmo a Câmara, acreditem!...
Alta tensão sobre Urbanização Municipal nas Arreciadas

Fados no Rossio ao do Sul do Tejo, ontem no Jantar dos Lyon`s de Abrantes

Fados no Rossio ao do Sul do Tejo, ontem no Jantar dos Lyon`s de Abrantes
Nuno Pico acompanhado à guitarra por Alfredo Gomes e na viola José Mário Moura

CIDAS, em 1975,a água de REGA no SOUTO - 10 anos antes da água dos SMAS! FUI um dos FUNDADORES!

CIDAS, em 1975,a água de REGA no SOUTO  - 10 anos antes da água dos SMAS! FUI um dos FUNDADORES!
E desafiei o então presidente, Engº José Bioucas a ir à albufeira do Castelo de Bode connosco buscar água para a freguesia e para ABRANTES. Só que o Engº riu-se... E só em 2001 é que lá foram à albufeira... Tive razão antes do tempo...

Nascido e baptizado no Souto, comigo não há dúvidas de que sou do Souto de Abrantes

Nascido e baptizado no Souto, comigo não há dúvidas de que sou do Souto de Abrantes
Retábulo da Matriz do Souto onde João Pico foi baptizado

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