quinta-feira, 7 de Janeiro de 2010

(2 550) - Um Provedor, independentemente de quem o nomeia, pode degenerar para a suspeição do crime do "tráfico de influências".

Um munícipe queixa-se ao Provedor, de um despacho ou de um processo que não avançam. O Provedor vai lá "dentro" - ao corredor, ao gabinete, etc, - e pela simpatia ou pela persuação do próprio Provedor junto do funcionário ou pela simpatia e persistência do queixoso, pode ser "forçado" a teimar no assunto junto do funcionário de uma forma que gere cumplicidades de vária natureza.
Nos dias seguintes, voltará para outros casos a lidar com os mesmos funcionários, por causa de processos idênticos.
Ora esta repetição de actos do Provedor, em nada contribuiu para eliminar os "maus procedimentos" dos funcionários em questão, porque a cumplicidade criada entre os funcionários que atendem os pedidos do Provedor, impedem ou condicionam o Provedor a fazer qualquer relatório que coloque esses mesmos funcionários em causa, nos seus desempenhos, até para salvaguardar o seu poder negocial futuro, pois não dsó tem que mostrar serviço aos munícipes queixosos, como tem que continuar a ser bem atendido e colaborante ou cúmplice desses ou de outros funcionários.
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Daqui à promiscuidade, a margem é demasiado apertada.
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Não se vê, como uma reclamação para o gabinete da presidente, ou de um vereador da maioria não pudesse resultar em maior eficácia. Assim estes autarcas o quisessem atender e a pressão da cidadania os forçasse a ter outro brio e outras atitudes cívicas e humanas, de respeito pelos munícipes e a comunicação social se fizesse impôr pela isenção e rigor crítico e não bajulasse o poder local.
Ora essa cultura não existe, nem nunca existiu por parte dos autarcas, por regra demasiado prepotentes e ciosos do seu autoritarismo, do posso, quero e mando.
Às vezes, como foi agora o caso, com a irresponsabilidade, de quem numa semana admitiu para discussão um Regulamento para daí a 15 dias o vetar literalmente. Um erro de avaliação desta maioria PS, pois esse interregno de indefinição fez minar a força e a independência política do Provedor nomeado, como de resto já apontava em post anterior.
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É que, o desejável em qualquer administração pública é que o ciadadão, com um só exemplo de reclamação possa suscitar, desde logo, toda a reforma não só do departamento em causa como de outros por actos administrativos análogos e pouco atenciosos para com o trato com os munícipes, caso as suas reclamações possam ser avaliadas pelo autarca municipal com elevação e rigor.
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Um bom presidente de câmara tem a obrigação de praticar esse serviço exemplar e de obrigar ao exercício desse poder de equidade e bons serviços!
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Aqui o funcionário subalterno, o chefe de serviço e o vereador do pelouro, mais a (o) presidente tomando uma decisão moralizadora na lisura dos procedimentos, deixava as coisas solucionadas para o futuro.
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Ao invés, com o Provedor, será sempre um jogo do rato e do gato, um repisar de erros e omissões com generosa compensação à posteriori. Nada se irá regenerar por si.
De resto, já tivémos oito anos com o primeiro Provedor e dois anos com o segundo, que até era jurista na Câmara. Ora dez anos de actuação do Provedor, foram tempo mais que suficiente para eliminar a maior parte dos maus desempenhos e dos maus serviços e abusos administrativos.
Não ouvimos esses Provedores gabarem-se de terem limpado a maior parte dos vícios ou alterado os procedimentos radicalmente. Nada disso aconteceu, o que prova a inutilidade prática da força regenadora do cargo de Provedor sobre a máquina administrativa.
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O pedido da inconstitucionalidade não visa solucionar esta ineficácia do Provedor. Pelo contrário, quer fazer-nos acreditar na bondade da sua nomeação pela Assembleia e de preferência saído de entre a oposição.
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Nesse pressuposto, qualquer crítica mais persistente desse Provedor à máquina administrativa, suscitaria de imediato a mais feroz resistência da maioria do executivo, por suspeição do "combate político", como agora a presidente designou este pedido inócuo da verificção da constitucionalidade da nomeação, feito pelo PSD, - um combate político - suspeição essa, que arrasa por completo o modelo de projecto de nomeação proposto pelo PSD, para não falarmos de outras incongruências grosseiras e confusões criadas, desde a campanha eleitoral, com estye mesmo PSD, nessa matéria.
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De uma coisa poderemos ter a certeza: sendo demasiado tarde para o Provedor recuar, para mais tratando-se de um general, o seu cargo acaba de ser desvalorizado a tal ponto, que um dia destes, só lhe restará, muito provavelmente, a renúncia ao cargo...
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quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

(2 549) - A definição de Provedor dada por um professor, que já foi vereador.

Alguém disse: Santana Maia que é jurista ao pedir a incontitucionalidade do cargo de Provedor Municipal, está a agir por deformação profissional, porque a justiça em Abrantes, faz-se e pratica-se no Largo 1º de Maio (o Tribunal), e não no Largo Raimundo Soares( a Câmara).
Que não havia justiça na Câmara, muito nos apraz ouvir, vindo de um ex-vereador eleito pelo PS. Quem tantas vezes me atacou por eu dizer isso mesmo. Bingo!
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A inconstitucionalidade do cargo tinha pés para andar, mas não pelas razões dadas pelo PSD. Agora é uma provocação gratuita ao mesmo Provedor que o PSD há dois anos estaria disposto a propor.
Defender que o Provedor tem que ser da confiança do executivo, como defendeu esse ex-vereador do PS, é demasiado grotesco. E ainda mais, com a justificação de só assim melhor poder penetrar nos segredos dos corredores e gabinetes, é que suscitaria a inconstitucionalidade: "penetrar" nos gabinetes e corredores "influenciando" ou "pressionando" os decisores administrativos.
Uma promiscuidade passiva de configurar o "tráfico de influências". Um passo mais à frente ou um passo atrás do Provedor colocá-lo-ia numa exposição a acusações de "ajudar em excesso ou com interesses" ou de "fechar os olhos", em quaisquer dos casos, situações passíveis de reparos.
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Coisa diferente, de serem os vereadores a discutirem e a fiscalizarem os desempenhos, porque têm legitimidade política para o fazerem.
Não estabelecer mecanismos internos na Câmara para se auto-regenerarem os serviços, apoiados na acção fiscalizadora da vereação, é que surpreende e muito. Essas são funções da vereação da maioria ou da oposição.
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Depois, os serviços têm a suprema obrigação de prestar excelentes serviços, sempre em obediência ao rigor, isenção e equidade, sem prejudicarem minimamente os munícipes.
Até parece que os funcionários municipais existem, regra geral, para praticarem actos administrativos que prejudiquem os munícipes.
Depois falamos.

(2 548) - Quantos arquitectos e engenheiros trabalham na Câmara?!

E sabendo que muitos desses quadros, nem têm muito trabalho entre mãos - ou em cima das secretárias - será correcto e ético, assistirmos numa só reunião de câmara, ao "convite" para gastos perdulários e escandalosos face às limitações de tantas IPSS no concelho?
Na reunião de 7 de Dezembro último, foram aprovados dois gastos escandalosos: os projectos para os Centros Escolares de Alferrarede, Bemposta e Rio de Moinhos e o projecto do Centro Náutico no Aquapolis.
O primeiro, por 200 mil euros ( 40 mil contos) e o segundo por 87 mil euros (cerca de 17 mil contos).
Uma questão é esta: serão mesmo 3 projectos autónomos e diferentes no essencial, no caso dos três Centros Escolares?
E como já não são os primeiros Centros Escolaraes, até que ponto é que todos os Centros não poderiam usar um projecto único, salvo alguma especificidade pouco expressiva?
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Certamente, que a maioria dos vereadores e os três anos de "experiência" a que tanto aludiu a presidente, não permitem esta dedução básica, de reduzir tudo a um só projecto.
As poupanças eram imensas. Mas sabe-o o vice-presidente que é arquitecto e também o arquitecto que "desertou" da vereação.
Aliás, os dois podiam ter feito de borla esses projectos. Um deles já recebeu mais de 150 mil euros por um projecto para a Câmara deitar para o lixo.
E os outros técnicos municipais, mais uns desenhadores, em conjunto, poderiam aproveitar o tempo de preparação no caderno de encargos para implementarem logo o próprio projecto e estendê-lo a um modelo único para todos os Centros Escolares.
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Sempre eram 200 mil euros que se poupavam...
A Misericórdia de Abrantes precisa de 40 mil euros para as obras do Patronato. O CRIA, os Dadores de Sangue do Tramagal e tantas IPSS bem necessitadas que estão.
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(2 547) - Vereador por um dia e uma semana, apelou aos cibernautas, mais queixas dos munícipes.

Estava aqui um bom Provedor, pois segundo a condição "necessária" proposta pelo PSD, este professor não milita em nenhum partido e tem experiência, como só ele sabe e diz mais à frente!!!
E diz logo a começar: "esta minha intervenção demonstra muitas preocupações". PREOCUPANTE, meu caro, SEM DÚVIDA!!!
QUE GOZO!
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Transcrito do novo blog de Rui André, o Rio de Moinhos II:

«Esta minha intervenção demonstra muitas preocupações visto ter sido Presidente da Junta de Freguesia de Rio de Moinhos durante 4 anos (mandato 2005-2009), ter adquirido experiência, ter tido uma relação de trabalho/amizade com todos os Presidentes de Junta de Freguesia do concelho e ter verificado da existência muitas injustiças do executivo da Câmara Municipal de Abrantes através do seu Gabinete de Apoio às Freguesias, para com as freguesias rurais do concelho.
Fica aqui a minha ajuda/abertura a qualquer cibernautas que tenha um problema, uma sugestão, uma crítica a apresentar as entidades competentes do concelho ou simplesmente que queira participar activamente no desenvolvimento do seu concelho, da sua freguesia ou da sua aldeia. »
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NOTA: Não é preciso, Sr. Vereador. Se continuar à procura de "desfazer e criticar" só as asneiras que fez como presidente da Junta de Rio de Moinhos,
terá muito trabalho pela frente. O pontão da ribeira da Pucariça, (logo abaixo no dia seguinte à sua tomada de posse como vereador) e o pontão abatido da ribeira da Amoreira para o Campo de Futebol, dão-lhe muito pano para mangas...
Bom Ano!
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(2546) - PORTUGAL é o segundo país do mundo que mais aposta no ar

Em Abrantes, a aposta centra-se no terreno do Pego... Pego fundo?!
Pode ser que não... Ainda hão-de vir muitos dias de sol!

terça-feira, 5 de Janeiro de 2010

(2 545) - Depois de convidado o Provedor vão alterar-lhe o Estatuto?! Não bate a bota com a perdigota, Sr. General...

O Sr. General foi convidado segundo um Regulamento e depois de aprovada a sua contratação, vão alterar-lhe o Regulamento, por proposta do PSD?!

QUID JURIS?!

Lendo os despachos de 14 e de 21, subsiste uma deselegância:

« Submeteu( a Presidente de Câmara) à apreciação do restante executivo um acordo de colaboração a celebrar entre o Município de Abrantes e Norberto Crisante de Sousa Bernardes, oficial-general do Exército na reserva, para o exercício das funções de Provador Municipal do Cidadão, durante o presente mandato.
Explicou que as funções assentam na promoção de uma cidadania activa, através da informação dos direitos do cidadão munícipe de Abrantes e do esclarecimento do exercício desses direitos junto da administração local, central e regional sedeadas em Abrantes, de acordo com a prioridade que o município tem dado e quer continuar a dar às políticas municipais de valorização da cidadania, no que concerne à valorização do exercício dos direitos e à pedagogia dos deveres dos munícipes.
Acrescentou ainda que o exercício das funções é gratuito, cabendo apenas ao município disponibilizar instalações e apoio logístico administrativo para o desempenho com dignidade do cargo, suportando igualmente encargos havidos com comunicações e deslocações que se revelarem necessárias.
Reconhecendo a urgência de deliberação imediata sobre este assunto, foi dado cumprimento ao disposto no artigo 83º da Lei nº 169/99, de 18 de Setembro, na redacção dada pela Lei nº 5-A/2002, de 11 de Janeiro.

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Deliberação Aprovada em Minuta: Por maioria, com a abstenção dos vereadores eleitos pelo PSD, aprovada a celebração de acordo de cooperação com vista ao exercício das funções de Provedor Municipal do Cidadão, a celebrar entre o Município de Abrantes e Norberto Crisante de Sousa Bernardes, oficial-general do Exército na reserva.

in Acta da reunião de 14 de Dezembro

O acordo aprovado no dia 14, com o Sr. General, baseou-se noutro Regulamento em vigor.

Logo não se percebe a REVIRAVOLTA( Acta da reunião de 21 de Dezembro), em que se aceita por unanimidade agendar a análise do Regulamento do Provedor Municipal, proposto pelo PSD, já depois do acordo celebrado com o Provedor a 14 de Dezembro.


«De seguida ( o Vereador Santana Maia), leu para todo o executivo o “Regulamento do Provedor Municipal”, que se dá por transcrito e que se anexa à presente acta e referiu que deixava o mesmo à consideração e analise para posterior decisão.
Deliberação: Por unanimidade, agendar a análise do Regulamento do Provedor Municipal para 04 de Janeiro de 2010. »
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NOTA: ESTÁ ESCLARECIDA A RAZÃO da substituição do Vereador Rui André, conforme transcricção da Acta de 21 de Dezembro:

- A nº 3 e o nº 4, estavam de férias... ou não as quiseram interromper para assumirem o cargo?!


O Prof. Hermano Saraiva teve que ir a pé para a Câmara, porque não abriram o pino ao carro da RTP!

O Prof. Hermano Saraiva teve que ir a pé para a Câmara, porque não abriram o pino ao carro da RTP!
E permaneceu ali sozinho, enquanto João Pico e o Dr. Joaquim Ribeiro não foram ao seu encontro e o levaram até ao Café Portugal, onde esteve mais confortável... Abrantes no seu melhor...

PISCINA MUNICIPAL ou a RUÍNA DO HOTEL de TURISMO de ABRANTES?!

PISCINA MUNICIPAL ou a RUÍNA DO HOTEL de TURISMO de ABRANTES?!
O que é que o PUA dizia oh arquitecto?!

UM CURRICULUM INÉDITO NUM CANDIDATO AUTÁRQUICO - 40 ANOS!

QUARENTA ANOS de serviços graciosos em cargos desempenhados no concelho de Abrantes sem um único vencimento ou avença recebidos.
MAIS de 40 ANOS de SERVIÇOS GRACIOSOS PRESTADOS à COMUNIDADE .
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A SABER:
- 14 ANOS presidente da Assembleia da Soc. Recreativa do Souto ( 1969 a 1983);
- 4 ANOS Director Desportivo (1969 a 73);
- 4 ANOS vice-presidente da Casa do Povo de Souto ( 1979 a 83);
- 3 ANOS Secretário Geral da CIDAS- Cooperativa de Rega do Souto ( 1975 a 1978);
- 5 ANOS Membro do Conselho Paroquial ( 1978 a 1983);
- 3 ANOS presidente da Assembleia de Freguesia do Souto (1979 a 82 , ainda com Carvalhal e Fontes);
- 1 ANO como vogal à Assembleia de Freguesia, enquanto aguardava a entrada para a Assembleia Municipal, que já não se verificou ( 1983);
- 2 ANOS como vogal à Concelhia do CDS (1982 a 83);
- 2 ANOS como vogal à Concelhia do PSD (2002 a 2004);
- 4 meses como vereador substituto na Câmara Municipal de Abrantes, em 2002 e 2003 - aqui recebi cerca de 600 euros em senhas de presença.
- 2 ANOS como presidente da Concelhia do CDS de Abrantes ( 2007 a 2009).


Povoação das BICAS - Os esgotos a CÉU aberto, sempre a pensar nas pessoas, não é verdade?!

Povoação das BICAS - Os esgotos a CÉU aberto, sempre a pensar nas pessoas, não é verdade?!
O Ministério do Ambiente ainda não chegou aqui

Nos idos de 1970 torneios sem subsídios mas muito amor e suor...

Nos idos de 1970 torneios sem subsídios mas muito amor e suor...
Equipa de futebol do Souto, c/ João Pico a capitão da equipa ( 2º em cima à esqª.)

É esta a obra que Sócrates inaugurou e depois mandou "AFUNDAR"...

É esta a obra que Sócrates inaugurou e depois mandou "AFUNDAR"...
Paulo Portas e João Pico vendo o Parque Ribeirinho...

O Urbanizador foi mesmo a Câmara, acreditem!...

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Alta tensão sobre Urbanização Municipal nas Arreciadas

AGENDA 21 - A Concelhia do PSD fez PLÁGIO! - Diz o que o CDS já disse...

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ESTÁ no blogue ABRANTES POPULAR do dia 23 de MARÇO!!! Não vale a pena virem de pantufas porque foram logo descobertos... E ainda têm a lata de dizer que o Candidato PSD também sabe isso... E ouviu e leu onde?! - No ABRANTES POPULAR, claro!

Fados no Rossio ao do Sul do Tejo, ontem no Jantar dos Lyon`s de Abrantes

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Nuno Pico acompanhado à guitarra por Alfredo Gomes e na viola José Mário Moura

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CIDAS, em 1975,a água de REGA no SOUTO - 10 anos antes da água dos SMAS! FUI um dos FUNDADORES!

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E desafiei o então presidente, Engº José Bioucas a ir à albufeira do Castelo de Bode connosco buscar água para a freguesia e para ABRANTES. Só que o Engº riu-se... E só em 2001 é que lá foram à albufeira... Tive razão antes do tempo...

Nascido e baptizado no Souto, comigo não há dúvidas de que sou do Souto de Abrantes

Nascido e baptizado no Souto, comigo não há dúvidas de que sou do Souto de Abrantes
Retábulo da Matriz do Souto onde João Pico foi baptizado

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