Aliás o termo Sintra do Ribatejo foi notícia com fotos enviadas por um pároco local para o Diário de Notícias, nos meados do séc passado.
A citação num semanário local do blogue Zé da Cachoeira mostra que há quem goste dele e o ache importante. E como nessa citação a ideia era deixar no ar que haveria no ar uma aliança minha com Jorge Lacão, pode interessar a alguém , pois visava desacreditar a minha candidatura, que não quer fazer alianças nem à esquerda nem à direita.
Concentremo-nos no essencial. Sem desvarios de "caça ao homem", porque a "democracia cristã" não defende esses métodos e João Paulo II já se penitenciou sobre a Inquisição e o progresso das terras não se resolve com a "caça às bruxas".
Verdades e mentiras foram ditas nesse blogue que muito me quis condicionar. Mas tal como sempre, não vou entrar nessa onda. E sem complexos aqui deixo esta foto, porque mais ninguém publicou outra tão importante para Rio de Moinhos e Tramagal.

O comentário de João Teodoro num post anterior veio lembrar e bem o que já aprofundei entre alguns amigos de Rio de Moinhos: "Sintra do Ribatejo" resultou da procura feita de amigos das grandes famílias riomoinhenses, que vinham da capital e de outros pontos do país e por cá se hospedavam durante as férias.
A necessidade de fornecer refeições nas grandes casas senhoriais deixou um rasto cultural no desenvolvimento e aprimoramento da gastronomia, nos enchidos, nos queijos e nos doces. Foi como que uma escola de formação profissional que muitas jovens souberam captar e desenvolver os dotes culinários por Rio de Moinhos e outras fazerem aprimorar os seus conhecimentos.
Aquela concentração acentuada de doceiras e cozinheiras e o número elevado de restaurantes numa só freguesia expressa bem esta minha constatação.
Escrevi que Rio de Moinhos poderia ser a " Almeirim do Médio Tejo".
Almeirim não invalida Sintra e ambas gostam de verdura, frescura, água, boa gastronomia e bons doces...