Segundo o Mirante
Quercus contesta alteração ao PDM de Ourém para viabilizar pista de ultraleves
A associação ambientalista Quercus revela que tal alteração é relativa a um “terreno baldio que se encontra em espaço agro-florestal, com a condicionante de estar inserido na Reserva Ecológica Nacional (REN)”.
A Quercus sublinha que o aviso publicado em Diário da República para audiência prévia prevê a conversão de solo “rural em urbanizável, situação que deveria ser de carácter excepcional, mas que aqui surge para a viabilização do interesse privado”.
A associação destaca que se trata de um atentado “contra o ordenamento do território, sobretudo pela afectação da vegetação mediterrânica e das áreas de máxima infiltração da REN”.
“O local é um baldio que a Junta de Freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias pretende apropriar para a instalação das pretensões existentes”, acusa ainda a Quercus, assegurando que a pista e construção do respectivo hangar vão impermeabilizar “uma vasta área que é fundamental para a recarga do aquífero do Maciço Calcário Estremenho”.
Segundo os ambientalistas, esta situação tem como antecedente a criação de um parque eólico junto da actual pista, que “pode ficar sem condições para permanecer no local, caso insistam em colocar dois aerogeradores próximo”.
A Quercus entende que a actual pista pode ser mantida “no local onde actualmente se encontra”, esperando que “a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo e as demais entidades da administração salvaguardem a protecção do território”.
Quercus contesta alteração ao PDM de Ourém para viabilizar pista de ultraleves
A associação ambientalista Quercus revela que tal alteração é relativa a um “terreno baldio que se encontra em espaço agro-florestal, com a condicionante de estar inserido na Reserva Ecológica Nacional (REN)”.
A Quercus sublinha que o aviso publicado em Diário da República para audiência prévia prevê a conversão de solo “rural em urbanizável, situação que deveria ser de carácter excepcional, mas que aqui surge para a viabilização do interesse privado”.
A associação destaca que se trata de um atentado “contra o ordenamento do território, sobretudo pela afectação da vegetação mediterrânica e das áreas de máxima infiltração da REN”.
“O local é um baldio que a Junta de Freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias pretende apropriar para a instalação das pretensões existentes”, acusa ainda a Quercus, assegurando que a pista e construção do respectivo hangar vão impermeabilizar “uma vasta área que é fundamental para a recarga do aquífero do Maciço Calcário Estremenho”.
Segundo os ambientalistas, esta situação tem como antecedente a criação de um parque eólico junto da actual pista, que “pode ficar sem condições para permanecer no local, caso insistam em colocar dois aerogeradores próximo”.
A Quercus entende que a actual pista pode ser mantida “no local onde actualmente se encontra”, esperando que “a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo e as demais entidades da administração salvaguardem a protecção do território”.
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NOTA: Uma desculpa de mau pagador, na argumentação falaciosa da QUERCUS.
A argumentação da dita "impermeabilização" dos solos tanta vez invocada sem fundamento e rigor, não tem sustentabilidade alguma.
Sublinhe-se que os espaços envolventes podem sempre sofrer os drenos necessários para reforço da recarga do aquífero em causa. Aliás, espanta como não se fazem mais drenos e represamento de águas, em vez de se deixarem as águas correrem de forma desordenada. Isso é que era de louvar e nunca vimos os ambientalistas preocupados em "segurar" as águas...
Portanto, algo vai mal no reino ambiental. E não parece que a vertente científica esteja a ser a melhor conselheira...