... Nem avaliação feita por ninguém isento e estranho à seita.
Quem não diz com eles, não é da seita e só tem um caminho: amouchar e calar-se!
Caso contrário, todos lhe saltam em cima desacreditando-o aos olhos da indiferença geral e dos que sorriem de desdém, porque sorrindo sempre é mais fácil do que pensarem. Os tolos riem de tudo, até sem motivo à vista...
A "nomenklatura", os "metabarões" ou o latino "polvo" com as redes de controlo da imprensa e a corrupção instituída, lavram com total impunidade pela seara da piolheira, que tomou o lugar à sociedade avançada, que há muito caducou e se resignou à incapacidade no entendimento dessas questões da cidadania activa. Hipotecou a sua liberdade diante da cenoura e do chicote.
.
Nota: Todos quantos atacam João Pico, nunca se deram ao trabalho de apontar uma crítica sustentada a esta ou àquela ideia, das muitas que apresentou. Mesmo quando essas ideias, são classificadas por boas ideias, nos corredores dos media ou mesmo do poder, nada transparece cá para fora. O cinismo impera e a maledicência muito mais...
Criticar com argumentos sólidos, era dar razão ao único abrantino, que argumenta com crítica e nunca deixa de apresentar a alternativa. Ora isso era obrigar muito boa gente, sem cérebro, a ter que mostrar a sua debilidade mental. Porque percebe-se claramente, como a incapacidade de formular juízos credíveis e sustentar uma tese, se refugia na canalhice grosseira ou na maledicência nua e crua. Nunca se argumenta nada, com isto está mal por A e mais B. JAMAIS!
Quem como eu sempre teve a consciência de ter tido razão, não se incomoda muito. Pena é que muitos não tenham tido coragem e a lucidez suficiente, para entender o erro definhador do voto de cabresto...