Alteração ao PDM de Santarém para facilitar construção em localidades rurais
A Câmara de Santarém aprovou segunda-feira a abertura do período de discussão pública do projecto de alteração ao Plano Director Municipal (PDM) para delimitação de aglomerados rurais no norte do concelho.
A situação visa sobretudo resolver situações como a que se vive na localidade de Viegas, freguesia de Alcanede, na qual a Reserva Ecológica Nacional (REN) proíbe a construção e ampliação de habitações no aglomerado urbano já existente, fazendo com que muitos jovens casais se vejam forçados a abandonar a localidade. Em Viegas, recorde-se, até a igreja datada do século XVI local ocupa terreno pertencente à REN.
Quatro anos após ter prometido aos habitantes daquela e de outras localidades do norte do concelho alterar a situação, o presidente da Câmara de Santarém, Francisco Moita Flores (PSD), voltou a criticar duramente alguns responsáveis pelo arrastar do processo nos corredores da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo.
“Estes burocratas destroem quaisquer objectivos do poder central e local. São figuras sinistras, idiotas promovidos por serem incompetentes que no fundo são um bando de falhados. Uma cáfila de estúpidos chutados dos corredores do poder por não terem conseguido ser deputados ou vereadores, que estão por essas CCDR, Draro, e por aí fora”, desabafou Moita Flores, ressalvando no entanto a actuação da vice-presidente da CCDR, Paula Santana, a quem elogiou pelo seu contributo nos últimos meses para o desfecho que agora se verificou.
Mais calmo, Moita Flores explicou que a delimitação de aglomerados rurais apenas tem a ver com os acertos que devem ser feitos em casos mais gritantes e não para avançar com qualquer especulação imobiliária. Foi secundado pelo arquitecto António Duarte, um técnico que esclareceu que a delimitação dos aglomerados rurais visar corrigir um erro do PDM de 1995.
A Câmara de Santarém aprovou segunda-feira a abertura do período de discussão pública do projecto de alteração ao Plano Director Municipal (PDM) para delimitação de aglomerados rurais no norte do concelho.
A situação visa sobretudo resolver situações como a que se vive na localidade de Viegas, freguesia de Alcanede, na qual a Reserva Ecológica Nacional (REN) proíbe a construção e ampliação de habitações no aglomerado urbano já existente, fazendo com que muitos jovens casais se vejam forçados a abandonar a localidade. Em Viegas, recorde-se, até a igreja datada do século XVI local ocupa terreno pertencente à REN.
Quatro anos após ter prometido aos habitantes daquela e de outras localidades do norte do concelho alterar a situação, o presidente da Câmara de Santarém, Francisco Moita Flores (PSD), voltou a criticar duramente alguns responsáveis pelo arrastar do processo nos corredores da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo.
“Estes burocratas destroem quaisquer objectivos do poder central e local. São figuras sinistras, idiotas promovidos por serem incompetentes que no fundo são um bando de falhados. Uma cáfila de estúpidos chutados dos corredores do poder por não terem conseguido ser deputados ou vereadores, que estão por essas CCDR, Draro, e por aí fora”, desabafou Moita Flores, ressalvando no entanto a actuação da vice-presidente da CCDR, Paula Santana, a quem elogiou pelo seu contributo nos últimos meses para o desfecho que agora se verificou.
Mais calmo, Moita Flores explicou que a delimitação de aglomerados rurais apenas tem a ver com os acertos que devem ser feitos em casos mais gritantes e não para avançar com qualquer especulação imobiliária. Foi secundado pelo arquitecto António Duarte, um técnico que esclareceu que a delimitação dos aglomerados rurais visar corrigir um erro do PDM de 1995.
NEM POSSO ACREDITAR!!!
Olhem se fosse o João Pico, a falar assim, o que não diriam para aí... Abrantes é o máximo!...
NOTA: Por cá a oposição do PSD - que já não conhece o Moita Flores - dedica-se a lembrar o executivo PS, que para poder cobrar as taxas municipais logo, logo em 1 de Janeiro, tem que proceder a ajustes, sob pena de caducar a cobrança... E o PSD não quer que a cobrança fique "encravada", não vá o PS ficar mal visto... CREDO!!!