Lançaram esta atoarda: uma vã tentativa de trazer à liça mais dois nomes, agora como os dois maiores historiadores de Abrantes, adiantando logo que o Pico não seria o terceiro.
Hilariante...!
Como se eu fizesse questão de ser historiador e ainda por cima nesse campeonato com regras estabelecidas pelos facciosos "analfa-beinhos".
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E diante desta frase de ignorantes, a querer fazer passar a ideia de que um poderoso editor ou detentor de várias empresas que se dedicam a promover a edição de livros, terá que ser um "industrial" dono de tipografias. ERRADO!
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Basta olhar para as contra-capas dos livros ou para as segundas páginas dos mesmos para vermos como cada um dos livros comercializados e promovidos pelas editoras acabam por serem "encomendas" a diferentes industriais de tipografia. Há livros que passam pelas mãos de duas tipografias diferentes.
O editor, não é um industrial de tipografia. É um comerciante que investe em obras editoriais.
Um comerciante de eletro-domésticos não é um industrial fabricante.
LOGO, estavam errados os "analfa-betinhos" quando atacaram mais uma vez erradamente, o autor deste blog, dizendo esta asneira:
«Vai continuar o Pico a dizer que um empresário que têm um montão de editoras (e portanto tipografias) não é um industrial? »
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As tipografias são indústrias. As editoras contratam a essas indústrias os trabalhos gráficos.
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Que burrice!