Veio tudo desta mão, bem visível ainda... Para nossa desgraça
Carta Aberta aos Leitores deste blogue
A ponte do IC-9 no Tramagal (17 milhões de euros) foi riscada das promessas do PS.
A promessa de se construir uma nova Zona Industrial no Tramagal e outra na Bemposta deixaram de ser faladas.
A Clínica Ofélia para os 700 acamados nórdicos, mais umas centenas de idosos da região também acabou riscada das promessas do PS.
Quanto ao teleférico do Vale de Rãs já ninguém se lembra.
A barragem do Almourol, que muitos se apressaram a acreditar que o PS havia riscado do mapa, afinal voltou e “ameaça” o açude.
Aquele hotel e 21 apartamentos que levou a CMA a “doar” o campo da bola do Barro Vermelho para esse efeito, também anda muito esquecido.
O Museu Arqueológico vai dando azo a conversa e à petição moribunda.
O empreendimento da quinta do Vale das Arcas e de Vale de Rãs, com o infantário João de Deus tem estado em pousio.
O que fazer deste concelho de Abrantes?
O executivo municipal socialista nada propôs em alternativa. Fez aprovar um orçamento de 37 milhões de euros e tudo quanto sabe é que mais de metade desses milhões irão para gastos de casa com o pessoal do quadro, sobrando muitas parcelas deficitárias na educação e na acção social e nas obras municipais capazes de sorver o resto e muito mais.
Olhando para esse triste panorama nada mais haveria a fazer, segundo muitos. Com o executivo PS sem capacidade de reagir ao desaire e o vereador dos Independentes em mandato de substituição, a oposição do PSD lá vai continuando, ora às voltas com a admissão de pessoal, ora às voltas com a anulação dos mesmos. E no intervalo ainda vai vendo uns semáforos avariados aqui e uns buracos na estrada mais ali ou acolá.
O concelho é bem a imagem do país: está em “morte lenta”.
Imaginem a perplexidade de quem ouvisse esta revelação: a barragem do Almourol pagava isso tudo e muito mais!
Mas para isso acontecer, muito havia que mudar. Desde já, a postura de cidadania, a atitude no desempenho, e a assertividade de quem tem a obrigação de saber olhar para o seu concelho.
Bastava isto…
Muito pouco, mas ainda assim, a obrigar a mais dois a três anos de caos continuado, até ao amadurecimento das mentalidades, tão desabituadas em agir e em pensar no colectivo.
A ponte do IC-9 no Tramagal (17 milhões de euros) foi riscada das promessas do PS.
A promessa de se construir uma nova Zona Industrial no Tramagal e outra na Bemposta deixaram de ser faladas.
A Clínica Ofélia para os 700 acamados nórdicos, mais umas centenas de idosos da região também acabou riscada das promessas do PS.
Quanto ao teleférico do Vale de Rãs já ninguém se lembra.
A barragem do Almourol, que muitos se apressaram a acreditar que o PS havia riscado do mapa, afinal voltou e “ameaça” o açude.
Aquele hotel e 21 apartamentos que levou a CMA a “doar” o campo da bola do Barro Vermelho para esse efeito, também anda muito esquecido.
O Museu Arqueológico vai dando azo a conversa e à petição moribunda.
O empreendimento da quinta do Vale das Arcas e de Vale de Rãs, com o infantário João de Deus tem estado em pousio.
O que fazer deste concelho de Abrantes?
O executivo municipal socialista nada propôs em alternativa. Fez aprovar um orçamento de 37 milhões de euros e tudo quanto sabe é que mais de metade desses milhões irão para gastos de casa com o pessoal do quadro, sobrando muitas parcelas deficitárias na educação e na acção social e nas obras municipais capazes de sorver o resto e muito mais.
Olhando para esse triste panorama nada mais haveria a fazer, segundo muitos. Com o executivo PS sem capacidade de reagir ao desaire e o vereador dos Independentes em mandato de substituição, a oposição do PSD lá vai continuando, ora às voltas com a admissão de pessoal, ora às voltas com a anulação dos mesmos. E no intervalo ainda vai vendo uns semáforos avariados aqui e uns buracos na estrada mais ali ou acolá.
O concelho é bem a imagem do país: está em “morte lenta”.
Imaginem a perplexidade de quem ouvisse esta revelação: a barragem do Almourol pagava isso tudo e muito mais!
Mas para isso acontecer, muito havia que mudar. Desde já, a postura de cidadania, a atitude no desempenho, e a assertividade de quem tem a obrigação de saber olhar para o seu concelho.
Bastava isto…
Muito pouco, mas ainda assim, a obrigar a mais dois a três anos de caos continuado, até ao amadurecimento das mentalidades, tão desabituadas em agir e em pensar no colectivo.