A iliteracia dos "amigos" é tão evidente, e de blog são mesmos asnos, que porque encontram um "AM" (um tal arqº. António Machado) a comentar um blog ao jeito deles e em cinco linhas a caluniar o Carrilho, que não foram de modas e colocaram lá o comentário e o link para o blog completo-
Porque valha a verdade, que o blog era de outros arquitecto, o Pedro Machado Costa, que escreveu uma prosa que até eu a subscrevo em parte. E só a iliteracia dos "amigos por Abrantes" é que os fez erradamente arrastar o texto do blog do Arqº Pedro Machado Costa, - texto esse que desde o princípio ao fim - arrasava todos os argumentos dos "amigos por Abrantes".
Claro que eles linkaram tudo: lixaram tudo e descobriram a careca própria... De tão ávidos de apoios, por um breve comentário, caiu-lhes em cima um blog de outro " Machado" a arrasá-los por completo...
Que asnos!
Claro que eles é que tomaram lições da D. Alice, que sempre foi professora de meninas...
Algumas dessas passagens, até as transcreveram para o blog "Por Abrantes", sem verem nelas a contradição em absoluto com os seus argumentos. Só por iliteracia é que o transcreveram, pois não é possível outro entendimento, quando os "amigos" são useiros e veseiros em atacarem ferozmente, todos quantos não digam com eles.
Leiam por favor alguns excertos do texto do Arq. Pedro Machado Costa, que logo de início mostra algum "desconforto" por aquelas "lapas" não lhe largarem a porta. Eles são peçonhentos mesmo, descalibrados:
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«Por causa do que aqui foi escrito, temos vindo a ser regularmente visitados por leitores d'Os Cidadãos por Abrantes; um blog inteiramente dedicado a contrariar a Câmara de Abrantes no que diz respeito à decisão que tomou em encomendar a Carrilho da Graça o projecto para o Museu Ibérico.
Sendo claro, razoável até, o objectivo do Cidadãos por Abrantes (...) o Blog sofre no entanto dessa ingenuidade que habitualmente rodeia este tipo de movimentos populares. Ali se vão esgrimindo argumentos escatológicos, com mais ou com menos apuro técnico, sobre o projecto de Carrilho, ao mesmo tempo que se permitem especulações pessoais e revelações sobre relações menos claras entre os vários envolvidos no processo, não se dispensando, aqui e ali, o delicado exercício da maledicência, facilitada que está a escrita pelo confortável e sempre errado anonimato que vai dispensando os seus autores de outros aborrecimentos.»
Nota: até aqui os reparos negativos do Arqº. Pedro Machado, suplantam toda a contida benevolência sobre os "amigos por Abrantes".
Machado, usou termos que não são nada coincidentes com os "amigos por Abrantes. Leia-se " ingenuidade", "argumentos escatológicos", "especulações pessoais", " maledicência", "errado anonimato" , (desses "amigos").
Continuando:
«...Não se sabendo ao certo o verdadeiro leitmotiv d'Os Cidadãos por Abrantes, uma coisa é certa: aquilo que dá pretexto ao seu esforço - dos seus autores e dos muitos outros bloggers que vão sendo ali citados por defenderem o fim do projecto do Museu tal como ele é hoje - revela-se, afinal, uma questão de gosto; facto esse que em muito vai explicando os recorrentes epítetos com que o edifício tendo vindo a ser nomeado: Pedregulho, Mamarracho, Caixote Horrendo, Bunquer Faraónico, Mastadonte, e todas os já habitais impropérios de cada vez que aparece alguém a propôr um projecto para um edifício com mais de três andares e com um aspecto mais ou menos esquisito. O problema de toda esta gente não é tanto a qualidade da proposta de Carrilho, mas a interpretação que dela fazem, nomeadamente do seu suposto impacto da paisagem.
Não é que seja de facto exigivel a um comum cidadão ter noções, por mínimas que sejam, daquilo que subjaz à ideia de paisagem; nem mesmo a capacidade de interpretar as ideias subjacentes a uma proposta arquitectónica. E no entanto, sendo embora um lugar comum, não deixa de ser estranho que a capacidade crítica em relação a um projecto se revele inexistente para tudo o resto; neste caso Abrantes e tudo aquilo que por lá tem sido feito nos últimos anos.
NOTA: "os amigos por Abrantes" não criticaram mais nada, até aprovam o Centro Náutico em leito de cheia..."
Aliás, os "amigos por Abrantes" , querem o Museu e parecem só querer no fim de contas é o "CONTRATO" do projecto ou seja: os 750 mil euros do dito, se acaso soubessem desenhá-lo...
Continuando o texto de Machado:
«E no entanto não há muito ainda a dizer sobre a suposta genialidade do projecto de Carrilho. Trata-se basicamente de um museu em altura - modelo já experimentado, não sem pontual sucesso, mas que condiciona fortemente a sua estrutura funcional -, cuja única explicação se deve - julgo - à ambição de alterar o skyline da cidade, criando-lhe um landmark que servirá principalmente o ego dos seus instigadores, mais do que os habitantes de Abrantes.
A maqueta é relativamente esclarecedora acerca do ortodoxismo da proposta, cujo maior interesse reside num vazio central que percorre os vários pisos do edifício.
NOTA: e agora a estocada final nos "amigos por Abrantes", que uns asnos, nem perceberam o que leram - pura iliteracia!!!
«(...) Se é verdade que os Cidadãos por Abrantes clamam, com legitimidade, a realização de um concurso público para o projecto do Museu de Abrantes, o curioso, aqui, é que a proposta de Carrilho tem grande probabilidade de ser o melhor projecto para Abrantes das últimas (largas) décadas. Facto esse que só vem confirmar alguma inépcia da cidade em se compreender a ela própria.».
NEM MAIS!
A proposta de Carrilho poderá ser o melhor projecto para ABRANTES!
Eu próprio, depois de ouvir e debater cara a cara com Carrilho no Castelo de Abrantes o projecto, dei a mão à palmatória. Aquilo tinha classe arquitectónica.
Não quero agora discutir as verbas envolvidas. Sempre tive o cuidado de frisar que não discutia aspectos económicos nem financeiros do projecto, apenas falava do projecto de arquitectrura em si mesmo. E anuí às explicações dadas por Carrilho, onde já não havia mais aquela torre em paralepípedo inicial sem janelas.
Como não sou fascista aceitei as explicações e o debate sério que houve. Tudo claro e simples.
Ao contrário, certo arquitecto sem nome, nem obra no projecto ou na política ou na vida, esteve lá presente - até me elogiou numa observação que fiz com grande acuidade e visão - que não soube expressar as suas ideias e acabou a pedir a uma bonita jovem que o acompanhava, para explicar o resto, que ele não sabia apresentar assertivamente. Só que a jovem e bonita acompanhante, estrangeira, falou em inglês, o que deixou muitos dos presentes sem perceber a conversa.
TOMEM LÁ SEUS ASNOS! E quanto à mudança de partidos, não consta que o arquitecto sem nome tenha ficado atrás: já foi "independente", foi do PP, e antes de passar para o PSD, deu ao PSD os nomes do CDS, para o PSD fazer as listas em 2005... E os dirigentes da altura do PSD nunca mais lhe ligaram pevide.
E não consta que tivesse rompido com os Jotas ou com outros dirigentes locais. Nem tinha coragem nem categoria intelectual para "romper" com A. Fernandes e Pedro Marques, como eu o fiz e não estou arrependido!
Ao invés o arquitecto ACB, foi sempre corrido porta fora. Ou por outra nunca teve lá grande entrada...
E se não assume a mudança de partido, é porque sem se dar conta, lá se mantém fiel ao lema:
SÓ OS BURROS É QUE NÃO MUDAM!!!