ELE HÁ CADA COINCIDÊNCIA...


Serviço nacional de saúde, caso prático VIII
A 22 de Março deste ano o Ministério da Saúde criou a SPMS – Serviços Partilhados do Minstério da Saúde. A ideia é centralizar compras e serviços dos vários organismos do ministério. Uma boa ideia. Uma excelente ideia. Já tínhamos o SUCH – Serviço de Uitilização comum dos hospitais. Agora o SUCH vai transferir as competências e as unidades que ao longo dos 44 anos foi criando para a SPMS, EPE. A parte mais engraçada é que o governo criou a SPMS para substituir o SUCH mas o SUCH não vai acabar.
O SUCH continua, sabe Deus para fazer o quê. Mas a boa notícia é que agora passamos a ter dois organismos com a missão de centralizar compras e serviços do ministério da saúde. Tudo em nome da eficácia. E em nome da eficácia passamos a ter eficácia a dobrar. Bom, bom, bom seria criar um terceiro organismo que centralizasse tanto centralismo.
NOTA: No dia 30 de Junho o SUCH elegeu o novo conselho de administração.
publicado por Rodrigo Moita de Deus às 14:59
.NOTA: No dia 30 de Junho o SUCH elegeu o novo conselho de administração.
publicado por Rodrigo Moita de Deus às 14:59
PUBLICADO NO JORNAL de NEGÓCIOS:
«Portugal continua a caminho da bancarrota,
sob a ameaça de dois fogos - a dívida pública e a dívida externa - sem que a generalidade dos portugueses pareçam ter consciência da gravidade da situação para a qual avançamos.
Também a dívida pública já subiu até Julho mais do que era suposto subir em todo o ano. Antes de se preocupar com a aprovação pela AR da proposta de OE para 2011, parece que o Governo vai ter que se preocupar em cumprir os compromissos que assumiu, perante Bruxelas e os mercados financeiros, em relação ao orçamento para este ano.
Também a dívida pública já subiu até Julho mais do que era suposto subir em todo o ano. Antes de se preocupar com a aprovação pela AR da proposta de OE para 2011, parece que o Governo vai ter que se preocupar em cumprir os compromissos que assumiu, perante Bruxelas e os mercados financeiros, em relação ao orçamento para este ano.
Provavelmente terá que recuar na concessão aos professores e terá que cortar o 13º mês a todos os funcionários públicos e pensionistas de mais elevados rendimentos.
É possível que se consiga limitar o crescimento da dívida pública, mas altamente improvável que se consiga estancar a explosão da dívida externa, pela simples razão que este problema parece quase completamente ignorado.
Já inúmeros economistas (desde Blanchard até Krugman) defenderam que as economias periféricas da Europa precisam de reduzir salários entre 20% e 30%.
Agora foi Trichet que se juntou a eles, recomendando contenção salarial nesses países. » Pedro Braz Teixeira