Há + de 200 anos já um general francês soube ver as potencialidades e as portas que Abrantes representava, pois era a extrema navegável no rio Tejo, quando chegava o verão.
Ainda não tinham inventado o açude. Até por esse ponto de vista, o açude foi um desastroso corte com essa navegabilidade e a negação de muitas outras questões.
Paradoxalmente, já vêm a caminho + 1,7 milhões para calarem o ruído ensurdecedor desse desperdício.
O disparate ganhou raízes...
