Em 2003 defendi em reunião da concelhia PSD, a mini-hídrica, a ponte açude mas no enfiamento do Cruzeiro no Tramagal e apelando para essa concelhia intervir junto do Governo de Barroso, no que constituíria uma jogada de mestre e com largas vantagens para o concelho e para a afirmação da alternativa do PSD. A ciúmeira de alguns não os deixou ver mais longe...
Como que por retaliação, acabei por verificar uma estranha coincidência, que pode não passar disso mesmo ( eu não acredito em bruxas, mas que as há, há...!).
Todavia, entre finais de 2003 e princípios de 2004, os governantes, Miguel Relvas, Isaltino Morais, Morais Sarmento e Luís Arnault pasasram por Abrantes a elogiar a "obra do açude" e o presidente Nelson de Carvalho!!!
Como que por retaliação, acabei por verificar uma estranha coincidência, que pode não passar disso mesmo ( eu não acredito em bruxas, mas que as há, há...!).
Todavia, entre finais de 2003 e princípios de 2004, os governantes, Miguel Relvas, Isaltino Morais, Morais Sarmento e Luís Arnault pasasram por Abrantes a elogiar a "obra do açude" e o presidente Nelson de Carvalho!!!
Em Fevº de 2004, no " Jornal Correio Lisboa Zêzere", que editei e dirigi, (todos os exemplares estão arquivados na Biblioteca Municipal) publiquei em grande destaque que ocupava toda a 1ª página essa situação da ponte açude e da eventual mini-hídrica. É só para que conste.
Claro está, que o que seria excelente em 2003, já não pode ser equivalente ao que a CMA propõe em 2010.
Agora, a autarca municipal corre claramente, atrás do prejuízo. Não há que ter dúvidas quanto a isso.
Hoje no semanário ABARCA, a história toma tal encanto surrealista, que nos faz lembrar a lenda do franciscano e da "Sopa de Pedra".
Começa a nota por enaltecer a preciosa renda que o concessionário irá pagar pela utilização dos insufláveis na mini-hídrica. Mais a obrigação de fazer a manutenção dos insufláveis - a célebre e caríssima manutenção que engasgou Pina da Costa em Dezº de 2007 - e ainda, vejam bem esta preciosidade: proceder o ditoso concessionário ao licenciamento da escada de peixe no açude?!!!!
Isto para além de mais alguns postos de trabalho e da produção da electricidade.
VEJAM BEM: como de um "calhau" de betão plantado no meio do rio Tejo, já se chega a uma choruda renda para o município, se libertamos da manutenção dos insufláveis e até a CMA consegue a proeza de obter o licenciamentro de uma escada de peixe que era suposto existir em Setembro de 2007.
ACRESCENTE-SE agora essa nova estrutura da engenharia de pontes da BERD e tomando aqueles maciços de betão como sólidos, que tal pedir à BERD para construir o tabuleiro de uma ponte?!
Sempre se ganhavam três quilómetros na proximidade ao Tramagal, uma vantagem em relação à velha ponte do Rossio. Com a vantagem de se fugir à interdição da Avenida do Paiol, cujo início das obras não estão nada fáceis.
Não faz mesmo lembrar a História da "Sopa de Pedra"?
Afinal eram estas as "grandes Oportunidades de Negócio" que Nelson de Carvalho e Nelson Baltazar tanto falaram em tempos.
Nelson Baltazar que emudeceu após a inauguração do açude em 2007. Agora, já pode voltar a elogiar o açude... Coisa que na boca do Sr. Gomes Mor não soa tão bem. Principalmente, quando não mede bem as distâncias e se lança em apoio à sobrecarga fiscal da Câmara, acreditando que todos os abrantinos estão avençados à Câmara e à Administração Hospitalar...
Talvez a Drª Manuela Ferreira Leite ainda acabe a louvar tamanha proeza. Mesmo que seja a fingir, deve agradar imenso à autarca municipal...
Quando um executivo municipal repudia a "herança" e se coloca às tenças de alguém, algo vai muito mal... Vai, vai!
Claro está, que o que seria excelente em 2003, já não pode ser equivalente ao que a CMA propõe em 2010.
Agora, a autarca municipal corre claramente, atrás do prejuízo. Não há que ter dúvidas quanto a isso.
Hoje no semanário ABARCA, a história toma tal encanto surrealista, que nos faz lembrar a lenda do franciscano e da "Sopa de Pedra".
Começa a nota por enaltecer a preciosa renda que o concessionário irá pagar pela utilização dos insufláveis na mini-hídrica. Mais a obrigação de fazer a manutenção dos insufláveis - a célebre e caríssima manutenção que engasgou Pina da Costa em Dezº de 2007 - e ainda, vejam bem esta preciosidade: proceder o ditoso concessionário ao licenciamento da escada de peixe no açude?!!!!
Isto para além de mais alguns postos de trabalho e da produção da electricidade.
VEJAM BEM: como de um "calhau" de betão plantado no meio do rio Tejo, já se chega a uma choruda renda para o município, se libertamos da manutenção dos insufláveis e até a CMA consegue a proeza de obter o licenciamentro de uma escada de peixe que era suposto existir em Setembro de 2007.
ACRESCENTE-SE agora essa nova estrutura da engenharia de pontes da BERD e tomando aqueles maciços de betão como sólidos, que tal pedir à BERD para construir o tabuleiro de uma ponte?!
Sempre se ganhavam três quilómetros na proximidade ao Tramagal, uma vantagem em relação à velha ponte do Rossio. Com a vantagem de se fugir à interdição da Avenida do Paiol, cujo início das obras não estão nada fáceis.
Não faz mesmo lembrar a História da "Sopa de Pedra"?
Afinal eram estas as "grandes Oportunidades de Negócio" que Nelson de Carvalho e Nelson Baltazar tanto falaram em tempos.
Nelson Baltazar que emudeceu após a inauguração do açude em 2007. Agora, já pode voltar a elogiar o açude... Coisa que na boca do Sr. Gomes Mor não soa tão bem. Principalmente, quando não mede bem as distâncias e se lança em apoio à sobrecarga fiscal da Câmara, acreditando que todos os abrantinos estão avençados à Câmara e à Administração Hospitalar...
Talvez a Drª Manuela Ferreira Leite ainda acabe a louvar tamanha proeza. Mesmo que seja a fingir, deve agradar imenso à autarca municipal...
Quando um executivo municipal repudia a "herança" e se coloca às tenças de alguém, algo vai muito mal... Vai, vai!
