E O DINHEIRO?!
Mas o que é que andaram a fazer na cidade nestes últimos 16 anos?
Deixou fechar o Mercado Diário
e agora fez das velhas instalações dos Bombeiros na Ferraria, com traseiras abertas a aumentos de instalações, um armazém dos cabazes de frutas e hortaliças para umas dezenas de clientes...
Mas o que é que andaram a fazer na cidade nestes últimos 16 anos?
Deixou fechar o Mercado Diário
e agora fez das velhas instalações dos Bombeiros na Ferraria, com traseiras abertas a aumentos de instalações, um armazém dos cabazes de frutas e hortaliças para umas dezenas de clientes...
MODERNIZAR E REQUALIFICAR as praças e os largos é assim?!
E agora aí vem a conversa para entreter os munícipes por uns anos mais:
«Câmara de Abrantes anuncia regeneração global do centro histórico da cidade
( Só que ainda não sabe quanto custa nem onde ir buscar o dinheiro para isso!)
Com o objectivo de revitalizar o centro histórico da cidade, a Câmara de Abrantes anunciou o lançamento de um programa de regeneração urbana global que engloba intervenções ao nível dos transportes, comércio tradicional e edifícios devolutos.
A presidente da autarquia disse que a construção do futuro Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes (MIAA), e as dinâmicas que a ele se esperam associadas, quer ao nível do turismo cultural quer científico, são a “mola impulsionadora” de um projecto que se pretende “mobilize, dinamize e capte investimentos e casais jovens para potenciar o que de melhor tem a cidade. O seu centro histórico”.
Maria do Céu Albuquerque disse que o MIAA, cujo projecto tem a assinatura do arquitecto Carrilho da Graça, “vai conferir novas dinâmicas e centralidades no casco histórico” pelo que, acrescentou, a autarquia vai “actuar em conformidade” com aquele equipamento, criando uma nova abordagem de revitalização do centro da cidade, que o torne mais vivo e mais vivido”, através de um conjunto de programas “diferenciados mas articulados” entre si.
Segundo a autarca socialista, o projecto passará por “renovar e requalificar todas as praças e centralidades do centro histórico, criando e mantendo espaços públicos de qualidade”, e desenvolvendo novas formas de mobilidade, de acessibilidade e de reordenamento de trânsito.
“Queremos qualificar o espaço público e a fixação de serviços públicos ao cidadão e promover uma gestão equilibrada e sustentável dos recursos naturais”, disse a autarca, que não quantificou os valores envolvidos ou a envolver neste projecto de regeneração urbana.
“Serão alguns milhões de euros, seguramente, e ainda iremos encontrar esse número ao certo e a forma de o encontrar através de financiamentos no âmbito dos quadros comunitários de apoio”, disse.
“Para já”, afirmou, “importa a ideia e as equipas constituídas ...O plano de regeneração tem o arquitecto Carrilho da Graça como coordenador geral do denominado “Projecto Urbano de Valorização e Requalificação do Centro Histórico de Abrantes”, sendo Paulo Madruga, da Augusto Mateus Consultores, o responsável pelo Plano de Marketing do Comércio Tradicional, e Mário Alves como coordenador da análise prospectiva do Sistema de Transportes e Mobilidade da cidade.