Não quero entrear em mais pormenores, mas imaginem um concelho com 19 freguesias e uma câmara municipal com 20 engenheiros civis e 10 arquitectos.
Com a crise estabelecida desde 2008, raramente entram na câmara em cada mês, mais do que 20 pedidos de novas construções ou reconstruções com dimensão de obra nova.
Estou a excluir as reparações de telhados, de rebocos e de pinturas, já que as reparações interiores não contam para os licenciamentos.
Há freguesias onde não se iniciaram quaisquer obras novas ou de envergadura de obras novas, este ano, volvidos estes 8 meses. E já nem falo em novas urbanizações.
Então para quê, 20 engenheiros e 10 arquitectos?!