MOTIVO DE JUSTA CAUSA
-Açude na enxurrada;
-Doações do património municipal mal explicadas, à Clínica Ofélia, ao Hotel do Campo do Barro Vermelho, os SMA e a água do Castelo de Bode à Abrantáqua, a permuta da urbanização Colina do Tejo, à porta da PSP e da Rodoviária, pelos canaviais da Quinta das Arcas e Vale de Rãs, tão mal frequentada, mais 80 hectares a um senhor "investidor" em painéis solares com areia importada da Galiza, um milhão por um projecto cuja obra a autarc reconhece agora ser uma "irresponsabilidade fazê-la, o que dava para puxar as orelhas à troika um dia destes, mais as rotas das Fontes e os ajustes culturais e os estudos económicos sobre tudo e sobre nada de valioso.
A haver uma extinção de câmara, penso que neste país, não haveria melhor começo, do que começar-se por ABRANTES...
