Quanto ao desejo de contar com a opinião dos abrantinos, digamos que começou da pior forma!
De seguida, vem trazendo do Mação a opinião crítica do pai Colaço, cujo filho fez aquele mamarracho no Vale de Morenas, onde "despejou" o arquivo histórico da velha cidade. Amigo do Mação, não significa necessariamente, amigo de Abrantes e muito menos tem a ver com a cidadania abrantina.
Portanto, mais outro pontapé na cidadania e na opinião dos abrantinos, que dizia defender.
Não satisfeito com isso, e à volta do termo "humildade" consegue criar um "hino à vaidade pessoal" e mostra que tem um amigo importante, porque é seu colega e costuma falar em arquitectura, património e Cidade (?!).
Que rica mostra de "humildade" deste novo-riquismo pacóvio...
Leiam esta transcrição do arquitecto publicada no blog da candidatura do vereador do PSD, em 26 de Junho de 2009:
«Olá, António,
A expressão arquitectónica (Museu Ibérico de Arte e Arqueologia) sugerida pelas fotografia confirmam a neurose obsessiva pela afirmação de autoria sem consideração pela maior das virtudes associadas ao génio da séria e intemporal autoria, a saber, a humildade.
Abrantes, se optar pela distracção ou se se deixar iludir pela efemeridade das paixões, pode estar a adquirir um produto que não resistirá à falência de autorias apressadas.
Um abraço, Carlos Fernandes»
E lá remata o arquitecto, que diz ter feito tudo para que a opinião dos abrantinos se manifestasse, com esta tirada de cabo de esquadra, cínica e patética:
«Espero que com estas opiniões tenha contribuído para incentivar o diálogo e a melhorar a nossa cidade!»
Então não contribuiu?! Claro que sim. Já ouvimos três tipos de fora de Abrantes, com os quais e decerto, por mera coincidência, o dito arquitecto concorda com eles ou foram estes que vieram concordar com o dito arquitecto.
PRONTOS! Há que incentivar o diálogo, mas só com os nossos amigos, claro...!!!
VIVA a CIDADANIA POR ABRANTES!
O Junot e o Maneta não diriam melhor há 200 anos...