Só três ou quatro dos presentes neste jantar em Queluz, onde tive o grato privilégio de estar ao lado em amena e interessante conversa com um médico que faz serviço nos hospitais de Torres Novas e Tomar, deconheceram e falaram com Adelino Amaro da Costa.
Eu entrei para o CDS em 15 de Abril de 1975, três meses depois de sair do serviço militar e no dia imediato a ter estado numa sessão de esclarecimento político no Largo do Caldas, com o grande animador e brilhante comunicador que era o Adelino Amaro da Costa, tendo a seu lado o Nuno Krus Abecassis, o meu primeiro presidente concelhio de Oeiras/Amadora.
Por ironia do destino, naquela sala do 1º andar onde precisamente, há seis meses me foi vedada a entrada por um novato dirigente do CDS, que já nem sei o nome...
Quando Paulo Portas evocava o "bom coração e a ausência de soberba política como o melhor no coração do Adelino", não me contive e gritei obrigando a fazer perdurar ainda por mais uns segundos o silêncio naquela sala. Saíu-me expontaneamente:
- " É verdade! O Adelino era assim mesmo: único!"
Hoje reconheço: privilégio meu. Não houve, nem há mais outro assim, no CDS e no país...!
Por alguma razão, Sá Carneiro o chamava cada vez mais para junto de si...!
Eu entrei para o CDS em 15 de Abril de 1975, três meses depois de sair do serviço militar e no dia imediato a ter estado numa sessão de esclarecimento político no Largo do Caldas, com o grande animador e brilhante comunicador que era o Adelino Amaro da Costa, tendo a seu lado o Nuno Krus Abecassis, o meu primeiro presidente concelhio de Oeiras/Amadora.
Por ironia do destino, naquela sala do 1º andar onde precisamente, há seis meses me foi vedada a entrada por um novato dirigente do CDS, que já nem sei o nome...
Quando Paulo Portas evocava o "bom coração e a ausência de soberba política como o melhor no coração do Adelino", não me contive e gritei obrigando a fazer perdurar ainda por mais uns segundos o silêncio naquela sala. Saíu-me expontaneamente:
- " É verdade! O Adelino era assim mesmo: único!"
Hoje reconheço: privilégio meu. Não houve, nem há mais outro assim, no CDS e no país...!
Por alguma razão, Sá Carneiro o chamava cada vez mais para junto de si...!
