A asneira não pára por Abrantes e Médio Tejo.
Quando é que se irá medir as consequências de termos tantos ignorantes?
O Médio Tejo deve ser a zona do país mais inundada de mentecaptos por m2...!
«Através dos transvases geram artificialismos na distribuição geográfica da disponibilidade dos recursos hídricos com impactos relevantes nas bacias cedentes e receptoras, sendo que as primeiras deixam de dispor da água suficiente para as suas actividades económicas e de lazer das populações ribeirinhas, enquanto as segundas prosseguem em ciclos de crescimento vicioso de investimento em actividades que são insustentáveis por se suportarem em recursos que ali não existem.» in ABARCA, escrito por um autor que se diz economista e a,igo do Tejo...
Quando é que se irá medir as consequências de termos tantos ignorantes?
O Médio Tejo deve ser a zona do país mais inundada de mentecaptos por m2...!
«Através dos transvases geram artificialismos na distribuição geográfica da disponibilidade dos recursos hídricos com impactos relevantes nas bacias cedentes e receptoras, sendo que as primeiras deixam de dispor da água suficiente para as suas actividades económicas e de lazer das populações ribeirinhas, enquanto as segundas prosseguem em ciclos de crescimento vicioso de investimento em actividades que são insustentáveis por se suportarem em recursos que ali não existem.» in ABARCA, escrito por um autor que se diz economista e a,igo do Tejo...
O que é que este escriba hipócrita pretende defender de interesse público regional?
NADA!
O que pretende, não vai além de um temor cínico de que um dia destes já não possa pescar as bogas e os achigãs, que costuma preparar nas patuscadas ribeirinhas com os amigos...
Reparem na ignorância de quem pretende desmentir a evidência. Se não fossem as barragens, as águas do Tejo iriam correr mais depressa para o mar. Mas o articulista habilidoso, quer fazer-nos crer noutra coisa que nem ele consegue sustentar.
Seria bom que aquele economista explicasse porque razão vai às bombas de gasolina encher o depósito do seu carro. É que a gasolina não é coisa nossa, nem do Médio Tejo, nem do Ribatejo. Logo, o sujeito não tem que andar de carro. Nem ele nem os seus correlegionários, na medida em que está a servir-se de vícios cujos recursos que os sustentam não existem por ali.
Será que o economista não deu conta dos disparates que vem dizendo?!
Para ele, dois terços da península Ibérica teriam que morrer de sede, para que ele visse a água a correr à sorte a caminho do Atlântico, sob o pretexto de que foi sempre assim, desde os tempos Pré-históricos. E depois ainda remata com a tirada, do "interesse das populações ribeirinhas"...!!!
Qual o "interesse das populações ribeirinhas? Nem mesmo das bogas e dos acgigãs...
Porra que há gente que nem devia comer uma boga... pois está a destruir populações piscículas...