E quem pensou no caudal de reserva a jusante do açude da albufeira do Castelo de Bode?
Onde está o estudo que evite misturar as águas mais poluídas do Rio Nabão, que desagua cerca de 3 km a jusante do açude do Castelo de Bode? Isto no caso de se querer fazer a devolução da água turbinada para retornar à albufeira através da bombagem alimentada pelas energia eólica sobrante.
Onde estão esses estudos?
O Ribatejo tem que permanecer permanentemente ameaçado, com o credo na boca?
E já agora, quem quer estudar outra protecção a nível da protecção civil nas vertentes e planaltos sobranceiros à albufeira, todos em floresta, para que não voltem a arder as suas margens ribeirinhas como tem sucedido quase todos os anos, com maior destaque em 2003 e 2005?
Será que a EDP e as Águas de Portugal e a sua associada, EPAL não poderiam prestar um auxilio especial para montagem de um "escudo protector" contra incêndios com meios aéreos e auto-tanques em pontos estratégicos em redor das margens ribeirinhas?
Que país é este que não consegue assegurar uma protecção eficiente à sua ca+pital e principal zona de turismo a nível nacional?
Lisboa poderia ficar sem a água do Castelo de Bode, quantos dias?
E as cinzas das encostas e das margens ardiudas terão mesmo que ameaçar a qualidade da água da albufeira, sem que nada seja feitro para a proteger?


