Para que serviram os 126 votos? Qual foi o retorno para Abrantes? São estas perguntas que daqui a uns meses vão ter que obter respostas credíveis e muito assertivas... Isto do "Maria vai com as outras, já foi chão que deu uvas..."
Paulo Portas foi para a Feira de Santarém, sem estudar a lição. Não admira que tenha dado um tiro nos pés, quando prometia tudo fazer, para colocar o Azeite e o Vinho portugueses no estrangeiro, dando especial ênfase no caso do Brasil. Negociar com o Brasil é como jogar na roleta russa...
Paulo Portas foi para a Feira de Santarém, sem estudar a lição. Não admira que tenha dado um tiro nos pés, quando prometia tudo fazer, para colocar o Azeite e o Vinho portugueses no estrangeiro, dando especial ênfase no caso do Brasil. Negociar com o Brasil é como jogar na roleta russa...
Entretanto a sondagem do JN dá o CDS a descer para metade da votação das Legislativas de 2011. O PSD desceu 7 %, mas ainda assim, não baixou dos 36 %, contra os 33% do PS.
O CDS que em 2011 teve 12 % quase tanto como a soma dos votos do BE e do PCP, agora viu-se ficar atrás desses partidos e com uma votação de um terço deles, pois estes somados dão 18%, o triplo dos 6 % do CDS nesta sondagem.
As sondagens valem o que valem, mas nunca fiando.
O silêncio sepulcral do CDS no caso "Relvas" só mostrou como o CDS se tem portado como o "cordeiro de Deus", nesta crucificação governativa.
Como escrevia há pouco no Facebook:
![]() |
| Paulo Portas fez por ignorar o novo eleito distrital e procurou ficar mais perto da deputada Margarida Neto |
-
«O trambolhão foi todo do CDS, que perdeu metade da votação, em relação às Legislativas de 2011, onde equiparava-se quase à soma do BE e CDU e agora fica a um terço; não deixa de ser sintomático de que o partido mais à direita não descole do PSD e não preserve a sua votação intacta ou até suba... Ora não só não mantém como ainda desce.Porquê? Porque tem sido o "cordeiro de Deus" no meio do turbilhão da desgovernação... O ministério dos Assuntos Sociais sofreu duas "opas hostis" - a 1ª - o RSI merecia mais prudência, não se devia falar dessas pessoas com uma generalizada má vontade, tratando todos por "trafulhas, parasitas e ciganos" dada a tensão social dessas famílias, e se é essa a filosofia do poder melhor fosse que tivessem a coragem de acabar com o RSI e assumissem as consequências, em vez de andarem todos a molharem a boca nesse segmento desprotegido da sociedade; mesmo que haja quem ande de Mercedes, também há sujeitos a usarem Mercedes à conta do Estado, no que resulta um prejuízo a dobrarJoao PicoA 2ª "Opa hostil" veio do plafonamento das pensões atiradas de forma precipitada para depois recuarem e até no fecho das reformas antecipadas a formula abrupta não foi a mais sensata; podia-se ter mantido em aberto esse período anterior aos... 65 anos em dois ou três escalões, com penalizações temporárias de cinco ou 10 anos, para quem necessitasse de algum rendimento, de todo inevitável, eventualmente, alterado com uma majoração mais realista, uma vez atingida a meta dos 65 anos, tomando sempre em atenção os anos de descontos, quer na antecip+ação, quer nos 65 anos. Isto é, quem atingisse os 55 anos tinha sempre alguma a receber até à revisão e correcção monetária aos 65 anos, numa escala progressiva, que não impedisse a revisão crescente dos 65 anos. Com esta medida abrupta, pode dar-se o caso de "matarem" o candidato a pensionista, antes dos 65 anos, uma vez que com um desemprego em mais de 1 milhão de portugueses, haverá muita gente a ficar sem rendimento algum, entre os 55 e os 65 anos. Talvez aqui esteja a grande razão da descida do CDS, quando nada parecia que a descida partisse do Ministério dos Assuntos Sociais e do laborioso trabalho que o ministro acabou por fazer, sem os resultados que se esperava.Ver mais
- Joao Pico
Paulo Portas, na Feira em Santarém acabou por dar um tiro nos pés ao vir lembrar o que ainda não fez na colacação do Azeite e do Vinho lá fora. Passar de 7 contentores para 14 contentores na exportação do vinho para a China, depois da EDP e... da REN sabe a muito pouco, quando a França passou de 7 mil contentores para 14 mil contentores no último ano. Prometer ao fim de um ano nos Negócios Estrangeiros, em tudo fazer em prol do vinho e do azeite, sabe a confissão de pecado ou a peso de consciência... A seca devia ter feito a ministra da Agricultura virar-se mais para o Mar, esperando por novas marés para a agricultura; no Ambiente, ninguém sabe como se podem instalar mais jovens no meio rural com índices limitativos e impedimentos vários nos PDM`s no meio rural e com tanto empecilho e desregulamentação ad-hoc para montar uns estábulos ou uns currais de gado. Lamento, mas as coisas não estão a andar bem. Sabíamos que era preciso aguentar, mas nada como o que acabou por não se ver feito a tempo e horas e com outra ambição.»


