E uma decepção para os "parvenues" que queriam colocar Santarém no mapa. Agora a capital escalabitana fica com a Lezíria, para matar a fome a alguns...
Tal como já vinha apoiando a ideia no programa eleitoral de 2011 do CDS, havia que introduzir uma central estruturante entre as NUTS e o Terreiro do Paço e não deixar o Médio Tejo a planar ao sabor dos ventos e marés dos "nelsons/lacões" e outros pequenos ditadores incompetentes do cabeço.
O Médio Tejo será uma das 23 divisões territoriais que anteriormente surgiam nas 28 NUTS,colocando uma organização administrativa credenciada e com capacidades de controlo de gestão num patamar entre o Governo e o poder Local.
Serão uma espécie de "regiões administrativas" intermédias que se colocam num patamar administrativo entre o Governo e as autarquias municipais.
Terão poderes tributários que antes cabiam aos municípios, mais a gestão das águas e resíduos, transportes, equipamentos públicos entre outras situações.
As câmaras perderão terreno. Ou melhor dizendo, já não serão professores sem curriculum a dar palpites como gastar o nosso dinheiro.
As câmaras perderão terreno. Ou melhor dizendo, já não serão professores sem curriculum a dar palpites como gastar o nosso dinheiro.
Esta vantagem acrescida vem melhorar uma ideia dos anos 1970, do ordenamento de Duarte Castel-Branco, que agregava Torres Novas, Tomar e Abrantes. Entretanto, Ourém/Fátima cresceu imenso e o Médio Tejo torna-se uma realidade mais dominante, até porque a albufeira do Castelo de Bode, o aeródromo de Tancos e quiçá a futura barragem de Almourol poderão dar outro rumo às coisas.
E toca de alterar os programas eleitorais municipais. Agora é preciso despedir 20% dos funcionários e reduzir-se funlões autárquicas. O consórcio Abrantáqua que vá para outras águas.