Esta casa em ruínas que agrega a casa das traseiras e tem na mesma herança indevisa, ainda a casa vermelha à direita, por ausência de uma das herdeiras algures a viver em Paris poderia ser o motivo mais que suficiente para a autarquia se empenhar na resolução deste imbróglio urbanístico, que uma iniciativa dos autarcas municiais poderia resolvera contento dos herdeiros e da população em geral.Tanta coisa que se podia fazer, não estando parado e indiferente à sorte e ao bem-estar das populações...
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Hoje mesmo, falei com o autarca de Rio de Moinhos e trocámos estas ideias.
Quando se quer, não há desculpas que impeçam as obras de boa vontade...
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E ainda não se falou dessa monumental confusão com as cotas em leito de cheia derivadas do PDM "assassino" de 1994, com que esta administração do PS local quer esmagar as freguesias fora da cidade...
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Este espaço poderia dar outra dimensão à "Baixa" de Rio de Moinhos:
- Novo acesso entre a Rua da Junta e a EN.3;
- Um espaço de estacionamento;
- Uma escultura de arte a embelezar o espaço;
- Uma via até ao rio, com a conjugação de outro prédio fronteiro.
Bastava à Câmara recompensar os proprioetários com outras alternativas de entre o seu vasto Património.
Que diabo, não é só para novos hotéis e para clínicas e para escolas que servem as doações de terrenos municipais...
Rio de Moinhos também merece, pese não ter dado os tais mil e poucos votos ao presidente...
Deixava que Rio de Moinhos poudesse espreitar o seu rio Tejo desde a " Baixa" da sua povoação, abrindo este vão de rua entre estas ruínas supra, para sul da EN. nº 3.