A menos que a ideia fosse essa: obrigá-los a fechar, para com eles encerrados melhor se fazerem as obras.
Mas não deixa de ser um mau indicador as obras realizadas do Edifício Milho no Largo da Câmara pela empresa Lena, há uns anos e que ainda continua à espera de arrendar aquelas lojas e os espaços em " open-space"...
Aguardemos por " mais oportunidades de negócios" e cuidado com as licenças de habitação, que quando parecem ser coisa de mais um mês, acabam por passarem dois anos e meio e ainda levam processo em cima...
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E prisão de 1,5 a 3 anos se oferecerem resistência...
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O Plano " Robin dos Bosques" no Centro Histórico!
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Cobrar a taxa de "majoração" de 30 % do IMI nos edifícios degradados do Centro Histórico a uns, e dar licenças de borla a outros para fazerem obras parece coisa de cínicos a resvalar para a "cleptomania"...
Dadas as licenças de borla, quem ajuda no cimento, nas areias e na mão de obra de pedreiros, carpinteiros, estucadores, ferreiros e pintores?!
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E só agora, ao fim de 15 anos a andarem a assobiar para o ar?
Quantas dezenas de comerciantes e centenas de moradores não se perderam, as últimas forças vivas do Centro Histórico?
Ou a renovação do património passava primeiro pelo desaparecimento físico desses titulares do património, que agora se quer recuperar?
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O desrespeito do espaço privado dos cidadãos!
Parece não mais terem um lugar com esta autarquia...
Baralhar e voltar a dar...
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