Mais de meio século passado sobre a sua morte, ainda há quem não tenha ouvido falar disto...
Pouco lhes importou, quando lhes disse, que fui o único vereador em 2003 a votar contra o Leilão do edifício da Casa do Povo das Mouriscas, uma tolice que poderia gerar uma grave contenda se alguém aparece a arrematar o edifício, quando a Casa do Povo ( inquilina da Câmara desde os anos 60), o queria comprar para assim o hipotecar e fazer as obras que a Câmara recusava fazer como senhoria e a Fábrica da Igreja das Mouriscas pretendia um espaço do logradouro para acrescentar a Sala da Catequese, como escreveu o Pároco e a Junta de Freguesia das Mouriscas via em parte do logradouro de 300 m2 uma boa localização para o seu Mercado Diário ou Semanal.
Pois em vez de tratar de encontrar uma solução justa e equitativa para os três interessados, o presidente da Câmara decidiu arbitrariamente, propôr o leilão.
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Ou quando muito escrevi nos jornais contra a rotunda em cima dos portões da Escola Básica e do Ciclo, na estrada de acesso à A-23.
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E ainda, que rompi com o líder do PSD em Julho de 2004, depois de ter estado na sede dos Esparteiros (16 Maio de 2004) a dar uma palestra sobre PDM e a meu lado esse líder ( na altura Director do Centro de Saúde de Abrantes...), ter respondido ao presidente de Junta assegurando-lhe que nenhum dos dois médicos ( Dr. Prôa e Dr. Menano) seriam transferidos para fora do Posto Médico das Mouriscas, para depois em Julho ter dado o dito por não dito.
E eu sem apego ou obediência cega ao partido, (PSD), ter-me solidarizado com o presidente de Junta, Sr. Manuel Grilo (CDU), e dito na rádio Tágide e escrito no Jornal de Abrantes e Nova Aliança, que esse Director havia mentido!
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Nada disto parece e merece ser tomado em sinal de respeito por quem foi vereador e soube respeitar as Mouriscas ou por quem entre defender as Mouriscas ou uma benesse do partido, optou pela Verdade e a Verticalidade.
Portanto, venha o primeiro para me dar lições de cidadania...