Vem no blog dele:
«Esta notícia sobre o perfil da indigitada nova juíza do Tribunal Constitucional, Catarina Sarmento e Castro, é um modelo de manipulação jornalística, que não prestigia o jornal onde foi publicada. Reduzindo as qualificações da candidata às suas tarefas de assessoria jurídica (uma delas no Tribunal Constitucional, vejam só?!), esquece deliberadamente a notável carreira académica da candidata (que nem sequer é mencionada), como assistente, mestrada e doutoranda da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e a sua extensa bibliografia científica. Assim se faz mau jornalismo entre nós!...
Declaração de interesses:
Fui orientador da tese de mestrado da candidata e sou seu orientador de tese de doutoramento, em vias de conclusão. Tenho grande apreço pelas suas qualidades pessoais e académicas e apoio a sua eleição, que honrará a AR e o Tribunal Constitucional. Revolta-me a parcialidade jornalística, politicamente enviesada.»
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NOTA: Eu também me revolto pelo elevado sentido de "IMPARCIALIDADE" deste senhor professor de Direito da Universidade de Coimbra e eurodeputado do PS.
O TRIBUNAL CONSTITUCIONAL ainda não é a Mota-Engil ou o Grupo Lena, julgo eu...