Companheiro Paulo Portas, todas as lideranças têm um fim.

ALDEIA de MATO e SOUTO com a sua "UNIÃO" tem o caminho aberto para serem a MAIOR e MAIS PROMISSORA FREGUESIA do CONCELHO de ABRANTES. Basta saber livrar-se uns "certos jumentos" da canga autárquica...

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

3 380 - AS CONCLUSÕES ERRÁTICAS DO PSD SOBRE o PDM

FORAM SÓ CONCLUSÕES, do PSD,
ONDE SE ESPERAVA OUTRA COISA MAIS DIGNA...
E UMA DECLARAÇÃO de INTERESSES: É que um dos oradores é gestor agrícola de uma poderosa casa agrícola do concelho, pelo que quando fala em terras abandonadas e outras apostas em bom ordenamento e desempenho da exploração das terras, talvez desconheça que nem todos têm as capacidades para os tipos de investimento do seu patrão... Principalmente, daqueles a quem lhe ardem os pinhais de 5 em cinco anos.

No passado dia 26 de Junho de 2010, na Freguesia de Rio de Moinhos, a CPS do PPD/PSD de Abrantes, organizou uma conferência subordinada ao tema “O PDM no Concelho de Abrantes – Novos desafios a nível do ordenamento do território”, na qual participaram os seguintes oradores: Rogério Gomes, António Paiva, António Castelbranco, Ilídio Magalhães, João Paulo Rosado e Diogo Valentim.

Desta conferência resultaram as seguintes conclusões:

(I) O ordenamento do território e a racionalização dos meios e recursos só será conseguido através do combate à dispersão e privilegiando a existência de núcleos urbanos concentrados;

(II) Núcleos urbanos concentrados permitem uma maior racionalização dos recursos, designadamente dos serviços, equipamentos e de todas as outras infra-estruturas, ao contrário do que acontece nos núcleos urbanos com grande dispersão, como se verifica na cidade de Abrantes, gerando, consequentemente, muito menos custos para o Estado e para Município, logo, para os contribuintes;


COMENTÁRIO: Realce para o desconhecimento dos seis oradores para a realidade do concelho de Abrantes, pois o primeiro começou na Expo 98 ( alta densidade construtiva e especulativa, e arranjos paisagisticos em Gondomar e áreas polis), o segundo foi presidente da Câmara de Tomar e com uma actuação muito diferente da nossa edilidade nas margens ribeirinhas da albufeira do Castelo de Bode, o que contradiz e muito, as conclusões em apreço, levantando até a forte suspeita, de não ter mesmo nada a ver, com as ditas conclusões ; os restantes quatro não sei o que possam ter a dizer sobre ordenamento do território, sendo certo que um dos autarcas, seis meses antes, dizia à Rádio Tágide, que nem conhecia as limitações do PDM na sua freguesia ( Rio de Moinhos).



O combate à dispersão ( ponto I), num momento em que as redes de água, eletricidade e telefones já cobrem 90 % a 100% dos aglomerados do concelho e os esgotos tendem a cumprir a meta dos 92 %, pelo menos no papel, até 2011, parece um tema deslocado e sem qualquer interesse. Agora, as infra-estruturas já estão no terreno. É tarde demais, para evitar custos com as mesmas. Essa dispersão, de certa forma controlada, pode não ser nefasta, como o fazem crer.



A apologia à concentração urbana e à alta densidade também peca pelas mesmas razões apontadas atrás: já estão no terreno as vultuosas despesas com todo o tipo de infra-estruturas e equipamentos urbanos. Acresce, que a alta concentração acabava por rebentar com muitas das infra-estruturas existentes, pois foram pensadas para um número limitado de moradores e nunca para prédios de alta densidade ocupacional. É que os diâmetros das condutas das águas e dos esgotos e a potência dos cabos de alta e baixa tensão e respectivos postos de transformação são instalados em função do número de habitantes previsíveis para as ruas, os bairros e agregados populacionais. Para o caso da cidade de Abrantes, nem a junção de uma escola entre Alferrarede e S. Vicente foi aceite pelo PSD há uns meses atrás. Logo, estão a dar o dito por não dito.



Não se pode mudar as coisas assim, sem fazer contas aos custos e a quem imputar os mesmos. No quadro da actual crise económica, nem é bom falar mais nisso.



Portanto, onde se fala em menores custos é pura fantasia e uma grosseira mentira: trafulhice!



(VII) Como medida para combater a especulação imobiliária e o favorecimento de determinados grupos económicos em detrimento dos pequenos proprietários rurais, deveriam ser consideradas como bem público as mais-valias geradas pelas operações urbanísticas, o que favoreceria também uma maior estabilidade do uso dos solos.

(VIII) Os municípios deviam articular com o poder central e os agentes económicos locais políticas que visem a rápida recuperação das áreas abandonadas ou semi-abandonadas do espaço rural.



COMENTÁRIO: Se fosse reduzida a área aedificandi do perímetro urbano do PDM, nas proporções apontadas para 25 % do existente, significava por cada 100 proprietários de terrenos actualmente, passávamos para 25. Por mera hipótese, esses 25 % até podiam ficar nas mãos de um único grupo económico ou empresarial. Vejam bem o jackpot que daí adviria.



Porém, a alternativa de "nacionalizar" as mais-valias daí decorrentes, tomando como padrão os valores dos proprietários rurais é pura idiotice. À luz da Constituição, não vingava. E não vemos como os proprietários de terrenos na Encosta Sul ( onde a Câmara é proprietária) tivessem que receber o mesmo que os proprietários rurais de Vale das Mós, do Souto ou das Fontes.



Quanto aos abandonos, estando inseridos numa economia de mercado, os abandonos ou a exploração intensiva dos terrenos depende sempre da rentabilidade dos mesmos.



A transferência do título de propriedade dos privados para o público ou para ZIF`s fortemente subsidiadas, ou favorecidas por linhas de crédito passíveis de aceleração rápida para a falência das explorações, como o PSD defendeu e ainda parece defender, não altera em nada o problema. E é susceptível de sobrecarregar ainda mais os contribuintes com esses desastres de gestão dos espaços agro-florestais. Por outro lado, a Protecção Civil com os trágicos números a nível nacional do corrente verão, não dão confiança a ninguém para investimentos.



Por tudo isto, as conclusões do PSD são uma mão cheia de nada!

BLOGUE PICO do ZÊZERE ABT

INICIADO em 27.10.2007

Nos idos de 1970 torneios sem subsídios mas muito amor e suor...

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Equipa de futebol do Souto, c/ João Pico a capitão da equipa ( 2º em cima à esqª.)

É esta a obra que Sócrates inaugurou e depois mandou "AFUNDAR"...

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Paulo Portas e João Pico vendo o Parque Ribeirinho...

O Urbanizador foi mesmo a Câmara, acreditem!...

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Alta tensão sobre Urbanização Municipal nas Arreciadas

Fados no Rossio ao do Sul do Tejo, ontem no Jantar dos Lyon`s de Abrantes

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Nuno Pico acompanhado à guitarra por Alfredo Gomes e na viola José Mário Moura

CIDAS, em 1975,a água de REGA no SOUTO - 10 anos antes da água dos SMAS! FUI um dos FUNDADORES!

CIDAS, em 1975,a água de REGA no SOUTO  - 10 anos antes da água dos SMAS! FUI um dos FUNDADORES!
E desafiei o então presidente, Engº José Bioucas a ir à albufeira do Castelo de Bode connosco buscar água para a freguesia e para ABRANTES. Só que o Engº riu-se... E só em 2001 é que lá foram à albufeira... Tive razão antes do tempo...

Nascido e baptizado no Souto, comigo não há dúvidas de que sou do Souto de Abrantes

Nascido e baptizado no Souto, comigo não há dúvidas de que sou do Souto de Abrantes
Retábulo da Matriz do Souto onde João Pico foi baptizado

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