A área Protegida do Plano de Ordenamento da Albufeira do Castelo de Bode pelo que representa para o abastecimento de Lisboa, e para o abastecimnento à cidade e ao concelho de Abrantes, merecia muito mais.
Nem se vê como foi possível teimar nos desperdícios de 20 milhões no Aquapolis e agora mais os 1,7 milhões à volta de um palco no Rossio, fora os 3 milhões na ROTA das FONTES, deixadas ao abandono, quando até para um Posto de Bombeiros, ainda discutem o que pode custar manter uma guarnição de voluntários, um jeep de combate e uma auto-tanque na floresta adjacente à ALBUFEIRA...

A ministra Dulce Pássaro, em entrevista ao "Expresso" disse: «Estamos a ver os ajustes que podemos fazer para ganhar as populações das áreas protegidas.
A compensação financeira é uma das vias.
A sensibilização é outra.
Os residentes e os municípios em áreas protegidas devem ter uma discriminação positiva.
Temos de criar condições para as pessoas gostarem de viver nos parques e contribuírem para a sua preservação.»
Como podem explicar a ausência de etares seguras e com grau terciário de purificação.
Como podem explicar a etar da Fonte Quente, mais a etar do Rossio e do Pego - uma afronta e um nojo para quem consentiu milhões desbaratados no Aquapolis.
Há problemas que ficaram fora das grandes discussões. A nossa democracia não está a ser, nem a parecer coisa de gente séria.