Até na Torre habitacional dos anos 70 se esquecerem de "arregaçar" as calças à base do edifício, puxando o patamar de entrada das lojas mais metro e meio (ou 2 m) para cima, o que só as valorizava diante do nível do tabuleiro da ponte bem perto do máximo de cheia.
Agora sem resposta ficaram as novas e recentes construções dos últimos 30 anos, que nem a cheia de 1979 obrigou a que fossem tomadas medidas para que a cota de soleira do piso térreo subisse para 1,5 m ou 2 metros acima dos níveis das ruas.
Esqueceram-se do rio e das cheias que sofreram.
Se nos edifícios antigos havia essa fatalidade, já não se aceitam essas grosseiras omissões nas edificações plurifamiliares destes últimos 30 ou 40 anos.
Até na estreita rua da Arrifana, (S. Miguel) subsistem soleiras com menos de 5 cm acima das ruas, em moradias dos últimos 30 anos.
Perante essa grave omissão não se percebe como há quem exulte pela mini-hídrica, quando a barragem lhes pagava mais e melhores alterações equipamentos de saneamento e completava as regularizações de cheias, sem falar no rio Torto como um vazo de recolhas de excedentes das cheias, qual canal veneziano.
Estranho "adn" DRD 4, que valoriza mais a meia esmola, do que a paga justa e por atacado. É que, entre a cota 24 ou 25 da mini-hídrica e a cota 25 ou 27 da barragem, não havia que hesitar...
Como não se aceita a majoração de 30% na taxa do IMI a prédios degradados no leito de cheia. A menos que os suícidios já paguem taxa...!!!
Estranho "adn" DRD 4, que valoriza mais a meia esmola, do que a paga justa e por atacado. É que, entre a cota 24 ou 25 da mini-hídrica e a cota 25 ou 27 da barragem, não havia que hesitar...
Como não se aceita a majoração de 30% na taxa do IMI a prédios degradados no leito de cheia. A menos que os suícidios já paguem taxa...!!!
