O Ciclo é que não vai de feição.
Hoje de pouco serve esta revisão do PDM!
Há povoações que crescem cerca de 50 % em espaço passível de urbanização autorizada, como no caso da sede da freguesia do Carvalhal, e em 30 %, o Carril e Sobral Basto e S. Domingos.
Hoje de pouco serve esta revisão do PDM!
Há povoações que crescem cerca de 50 % em espaço passível de urbanização autorizada, como no caso da sede da freguesia do Carvalhal, e em 30 %, o Carril e Sobral Basto e S. Domingos.
No Carvalhal, vem ao encontro do preenchimento entre ruas, que sempre defendi desde 2001. Olhando para o mapa proposto até arrepia ver o que se fez, - e o que se sofreu! - desde o PDM de 1995.
A zona à volta da Igreja Nova podia ter ficado mais bem composta. Não se percebe porque se prolongou uma zona de actividades industriais tão próxima da Igreja Nova, só porque já lá estava a Panificadora...
Será que querem lá instalar estaleiros e serralharias?
Lamentavelmente a Matagosinha e a Matagosa ficaram na zona zero.
A zona à volta da Igreja Nova podia ter ficado mais bem composta. Não se percebe porque se prolongou uma zona de actividades industriais tão próxima da Igreja Nova, só porque já lá estava a Panificadora...
Será que querem lá instalar estaleiros e serralharias?
Lamentavelmente a Matagosinha e a Matagosa ficaram na zona zero.
Souto, sede, vê serem preenchidos espaços urbanizáveis em cerca de mais 30 %. Está mais composto. O que mais evídencia os reparos que sempre fiz.
O campo de futebol deixou de ser urbanizável e passou a zona de equipamento.
Também aquele meu pedido de revogação desautorizado em 15/9/2003, quando saí de vereador, pelo PS e PSD, veio agora ao encontro da minha proposta e já está - claramente - no espaço urbanizável, de entre o campo da bola e o adro da Igreja Matriz. Já não veremos mais o PSD aliado ao PS na asneira, pelo menos quanto a esse aspecto.
O campo de futebol deixou de ser urbanizável e passou a zona de equipamento.
Também aquele meu pedido de revogação desautorizado em 15/9/2003, quando saí de vereador, pelo PS e PSD, veio agora ao encontro da minha proposta e já está - claramente - no espaço urbanizável, de entre o campo da bola e o adro da Igreja Matriz. Já não veremos mais o PSD aliado ao PS na asneira, pelo menos quanto a esse aspecto.
Bioucas foi melhorada no seu miolo e também se fez justiça a uns atropelos no Cabeço, onde as curvas da rua deixavam só autorizações de um lado da rua, porque o traço da régua não operou as devidas compensações em 1995. Mas ainda falta algo mais importante: umas construções em condomínio fechado, que se perderam em 2007.
Quanto à Atalaia paira a sensação de que se podia ir mais além: uma decepção.
Quanto à Atalaia paira a sensação de que se podia ir mais além: uma decepção.
Persiste a taxa zero na Ribeira da Brunheta, Carregal e Maxieira o que significa a morte anunciada... Lamentável, o critério aí seguido.
Fontes, relativas melhorias entre a colectividade e o Miradouro, mas no oposto às zonas de melhores vistas, o que é de lamentar.
O Cemitério restaurado ficou ainda longe do espaço urbanizável, o que não se percebe.
O Cemitério restaurado ficou ainda longe do espaço urbanizável, o que não se percebe.
Maxial e Maxial de Além com ligeiras melhorias no preenchimento. O mesmo se poderá dizer da Portela e Cabeça Ruiva ligeiramente melhorads e das Água das Casas, esta sim, com o miolo mais bem preenchido.
Sentieiras e Vale de Açor ficaram na morte anunciada...
Martinchel sai a perder.
Preenchimentos à volta do Rossio, o que era expectável e de uma maneira geral muito fraca a projecção urbanizável. Para a sua potencialidade turística não se percebe qual foi a ideia em a prejudicar tanto.
Casal do Rei, Vilelas, Casal da Figueira, Cabeço, Casal da Serra, Fontaínhas e Mourões surgem paralizadas quanto a novas áreas urbanizáveis, o que dá bem a idéia da gravidade. Martinchel, depois da Etar mo Ribeirão, que irá colher os esgotos da Aldeia de Mato e Carreira de Mato, não merecia um corte tão abrupto.
É a mais prejudicada.
Aldeia de Mato, cujo mapa já ajudara a preparar no tempo do anterior presidente da Junta, o Engº António Cruz, sai francamente bem, desde a Pucariça, à sede, (talvez aqui ficasse ainda escassa) até à Cabeça Gorda e Bairros e à Carreira de Mato, onde esteve quase bem, não fosse o espaço urbanizável não se ter aproximado mais da EN 358, o que beneficiava mais a unidade hoteleira prevista, precisamente, para essa entrada da povoação.
Lamentavelmente, a Medroa ficou mais uma vez esquecida.
