
O "buraco do déficit" na Catalunha já vai nos 55 MIL MILHÕES, cinquenta vezes mais do que a Madeira...
Claro que a Catalunha é "n" vezes maior do que a Madeira. EM TUDO!!!
«Um antigo juiz do Tribunal de Contas diz não perceber o alarido que rodeia a questão do buraco orçamental do Madeira, depois de terem surgido outras dívidas do género em Portugal.
«Este coro, diria de virgens enganadas, que agora surge a apontar o caso excepcional da Madeira, mas não é do que as antigas virgens que, duma forma habilidosa, esperta e dissmulada, criaram outras dívidas que têm custado imensos sacríficos aos portugueses», disse Carlos Moreno.
Em declarações à TSF, este ex-juiz do Tribunal de Contas, que exerceu funções nesta instituição durante 15 anos, disse ainda que não ficará surpreendido se aparecerem outros buracos orçamentais em Portugal. »
Nada que eu não tivesse já aludido, neste blog, inclusivé, às "virgens púdicas"....
Desculpem lá, mas há uma coisa que à luz da autonomia regional e local se tem de perceber:
- As populações locais e regionais têm que ter a sua autonomia e não podem regredir, ao tempo do Dr. Salazar, como muito bem apontou Alberto João Jardim.
Erros sempre os houve. Tanto daqueles que colocaram a grande fatia do investimento ao redor da Grande Lisboa, como daquees que na mira de puxarem a brasa à sua sardinha local ou regional, acabaram por exagerar.
Exagero, tanto pode ser um Aquapolis que uma qualquer Barragem de Almourol viria submergir como uma benção de Deus, para lembrar na confissão de Pina da Costa à jornalista do Mirante ( de apelido Cabeleira), nos idos de 2008, como pode ser o Projecto ValTejo dos 66 milhões de euros, para permitir a Constância fazer descer o "presépio" ao leito de cheia e às areias entre o Zêzere e o Tejo.
No resto, tudo não passa de leis mal elaboradas, feitas para escaparem a todos os escrutínios mais rigorosos. Mas esse, sempre foi um defeito do regime, que não podemos apontar apenas a João Jardim. Medina Carreira chegou mesmo a apontar o dedo a todos os ministros das Finanças da última década.
Por mim, há mais réus...