O "Conto do Vigário" pelo Norte do concelho de Abrantes tem um nome: Barragem do Castelo de Bode, Janeiro de 1951.
Soube há poucas semanas, que até um Bispo da Igreja Católica "ajudou à festa" por omissão. Não soube estar à altura dos acontecimentos, protegendo o seu rebanho de fiéis.
E este depósito que tanto tem incomodado os "ímpios", carrega uma genuína e expressiva vontade vontade popular: devolver a água da albufeira aos seus legítimos donos.
Construído por conta e risco, das duas centenas e meia de sócios de uma Cooperativa de Rega do Souto, em 1975, ele é bem o símbolo da reposição da justiça erguida pelas próprias dos fregueses do Souto. Nesse tempo havia Homens Bons, no Souto.
Impensável haver quem negasse um Posto de Bombeiros sazonais, nesta terra em Março de 2011. Isso foi uma grosseira estúpidez, só possível num concelho onde a noção de vergonha na cara se perdeu por completo.
A obra da segunda fase do Aquapolis é um escarro, sobre as gentes que cederam terras para a albufeira!
Um dia a história irá registar o crime e a afronta infligidos a essa gente. E ninguém de bom senso irá aceitar que uma EPAL, uma EDP e uma Águas de Portugal mais os pseudo ambientalistas que se cruzaram por esses ministérios do Ambiente fora, nunca tenham pegado nesta região e feito dela um bom exemplo de criatividade, de turismo de lazer, de ciência ambiental, através de um mosaico de ordenamento do território onde coubessem os filhos da terra, os amigos do turismo da natureza e a arte de preservar a terra.
Porque diga-se em abono da verdade, estes 60 kms de margens da albufeira podem comportar quatro vezes mais habitantes em perfeita preservação da natureza, sem os incêndios de 5 em 5 anos e sem o abandono a que foram votadas essas zonas.
Sem ninguém a mijar para a albufeira!
E muito menos, a escarrarem nas gentes de lá!
Impensável haver quem negasse um Posto de Bombeiros sazonais, nesta terra em Março de 2011. Isso foi uma grosseira estúpidez, só possível num concelho onde a noção de vergonha na cara se perdeu por completo.
A obra da segunda fase do Aquapolis é um escarro, sobre as gentes que cederam terras para a albufeira!
Um dia a história irá registar o crime e a afronta infligidos a essa gente. E ninguém de bom senso irá aceitar que uma EPAL, uma EDP e uma Águas de Portugal mais os pseudo ambientalistas que se cruzaram por esses ministérios do Ambiente fora, nunca tenham pegado nesta região e feito dela um bom exemplo de criatividade, de turismo de lazer, de ciência ambiental, através de um mosaico de ordenamento do território onde coubessem os filhos da terra, os amigos do turismo da natureza e a arte de preservar a terra.
Porque diga-se em abono da verdade, estes 60 kms de margens da albufeira podem comportar quatro vezes mais habitantes em perfeita preservação da natureza, sem os incêndios de 5 em 5 anos e sem o abandono a que foram votadas essas zonas.
Sem ninguém a mijar para a albufeira!
E muito menos, a escarrarem nas gentes de lá!
