LEIO e nem posso acreditar na perversa habilidade de certas criaturas por Abrantes, ao dizerem bacoradas deste estilo:
"Falta uma referência ao Armandinho que liderou uma Oposição na AM incapaz de detectar a nova-fortuna do Bento. Com tipos como ele a oporem-se, é fácil a gente como o Bento enriquecer."
"Falta uma referência ao Armandinho que liderou uma Oposição na AM incapaz de detectar a nova-fortuna do Bento. Com tipos como ele a oporem-se, é fácil a gente como o Bento enriquecer."
E mais à frente aponta-se como o herói da descoberta do "crime", um tal "jornalista Mário Semedo".
Estão a brincar com a fraca memória do povo!
Deve-se ao então director do 1ª Linha, Mário Semedo, a célebre foto "cobaia" de lançamento da candidata à CMA, Maria do Céu Albuquerque, muitos meses antes da desistência de Nelson. A foto ocupou toda a primeira página do 1ª Linha desse verão.
Nelson de Carvalho diria depois fazendo-se desentendido com a "manobra urdida", que isso eram coisas do Mário Semedo. Está escrito!
Na edição do "Nova Aliança" de 15 de Setembro de 2002, depois de ter colocado sérias reservas nos processos de medições e invenção de trabalhos a mais (7.600 contos) da firma do Grupo Lena, [ eu era vereador pelo PSD]nomeadamente, sobre uma inventada "galeria na piscina municipal", onde Júlio Bento era o responsável, o vereador decano surgiu a assinar uma carta dirigida à Directora desse quinzenário.
Nessa carta, pelo estilo percebia-se claramente ter sido outro socialista o seu autor, pois tanto quanto se sabia, Júlio Bento não teria capacidade para a ter redigido.
Nessa carta, eu era acusado de desvirtuar a bondade do PDM e o vereador decano instigava a Directora a retirar-me a meia página onde escrevia como colunista desse jornal.
Segundo Bento, eu não podia continuar a escrever coisas contra o executivo socialista. E não passava despercebido a ninguém, o tom de velada ameaça para retaliações para o jornal, caso não acatassem o conselho dado...
Para depois, numa contradição bacoca, o mesmo Bento chegar a colocar em causa, se seria eu o autor desses artigos. Ora, por essa sua observação se desmascarava a perfídia. Afinal os conteúdos dos meus textos feriam de morte as jogadas dos socialistas municipais. Eu era o homem a abater!
Todos quantos me passaram a atacar nos jornais e nos cafés eram serventuários dos socialistas municipais. Comiam da mangedoura do poder! E sabiam que eu era um incorruptível. Não admira que quem queria fazer "negócios" com a câmara, sempre me atacou de forma velada. Como eram poderosos, sempre arregimentavam tolos a favor da saga pérfida e canalha...
Nada me surpreendeu nessa época. Hoje, está a confirmar-se tudo quanto denunciei, e em doses redobradas.
Armando Fernandes, como presidente da concelhia PSD deveria ter sido o primeiro a rebater esse ataque do vereador PS. No fim de contas o ataque era contra o PSD, no caso, o vereador do PSD João Pico.
Não só não rebateu esses ataques, - e podia tê-lo feito numa das muitas cartas que escrevia na imprensa local e regional - como ainda acabou a tecer rasgados elogios ao vereador Bento,nos corredores da Assembleia Municipal, logo nessa reunião imediata, que ocorreu dias depois, em 30 de Setembro de 2002, quando ainda estava bem fresca na memória de todos.
Tive que ser eu sozinho, a rebater e bem, não só os ataques de Júlio Bento, como uma carta publicada a seguir, que se atribuiu a Pina da Costa. Pelo menos, foi ele que a assinou e a enviou ao "Nova Aliança". Ninguém no PSD se mexeu.
Nem o então advogado Carlos Arês e deputado municipal do PSD, se prontoficou a qualquer "ajuda". Não é que eu precisasse de "ajuda" tão pouco esclarecida, politicamente falando claro... Sei defender-me muito bem. Mas teria ficado essa sua "oferta".
Qual quê?! Aquela gente não defendia os autarcas vindo do povo...!!!
Só defendiam as elites brasonadas: o seu mundo muito pessoal, muito amigo e sobejamente "cúmplice"!
Nessa carta, pelo estilo percebia-se claramente ter sido outro socialista o seu autor, pois tanto quanto se sabia, Júlio Bento não teria capacidade para a ter redigido.
Nessa carta, eu era acusado de desvirtuar a bondade do PDM e o vereador decano instigava a Directora a retirar-me a meia página onde escrevia como colunista desse jornal.
Segundo Bento, eu não podia continuar a escrever coisas contra o executivo socialista. E não passava despercebido a ninguém, o tom de velada ameaça para retaliações para o jornal, caso não acatassem o conselho dado...
Para depois, numa contradição bacoca, o mesmo Bento chegar a colocar em causa, se seria eu o autor desses artigos. Ora, por essa sua observação se desmascarava a perfídia. Afinal os conteúdos dos meus textos feriam de morte as jogadas dos socialistas municipais. Eu era o homem a abater!
Todos quantos me passaram a atacar nos jornais e nos cafés eram serventuários dos socialistas municipais. Comiam da mangedoura do poder! E sabiam que eu era um incorruptível. Não admira que quem queria fazer "negócios" com a câmara, sempre me atacou de forma velada. Como eram poderosos, sempre arregimentavam tolos a favor da saga pérfida e canalha...
Nada me surpreendeu nessa época. Hoje, está a confirmar-se tudo quanto denunciei, e em doses redobradas.
Armando Fernandes, como presidente da concelhia PSD deveria ter sido o primeiro a rebater esse ataque do vereador PS. No fim de contas o ataque era contra o PSD, no caso, o vereador do PSD João Pico.
Não só não rebateu esses ataques, - e podia tê-lo feito numa das muitas cartas que escrevia na imprensa local e regional - como ainda acabou a tecer rasgados elogios ao vereador Bento,nos corredores da Assembleia Municipal, logo nessa reunião imediata, que ocorreu dias depois, em 30 de Setembro de 2002, quando ainda estava bem fresca na memória de todos.
Tive que ser eu sozinho, a rebater e bem, não só os ataques de Júlio Bento, como uma carta publicada a seguir, que se atribuiu a Pina da Costa. Pelo menos, foi ele que a assinou e a enviou ao "Nova Aliança". Ninguém no PSD se mexeu.
Nem o então advogado Carlos Arês e deputado municipal do PSD, se prontoficou a qualquer "ajuda". Não é que eu precisasse de "ajuda" tão pouco esclarecida, politicamente falando claro... Sei defender-me muito bem. Mas teria ficado essa sua "oferta".
Qual quê?! Aquela gente não defendia os autarcas vindo do povo...!!!
Só defendiam as elites brasonadas: o seu mundo muito pessoal, muito amigo e sobejamente "cúmplice"!
Este "enredo" é bem digno de mais um "Conto do Vigário"... POR ABRANTES...!
Júlio Bento era na altura um "intocável" e generoso amigo do povo. Dizia-se em abono da sua generosidade, que pagava rodadas de cerveja e copos de vinho, ao povinho, em toda e qualquer tasca do concelho...
Vejam bem, quem é que podia atacá-lo...?!
Vejam bem, quem é que podia atacá-lo...?!
Projectistas, engenheiros e arquitectos vergavam-se à sua passagem, em clara bajulação, entre a Barão da Batalha e a Raimundo Soares.
Ninguém o atacou. Nem o próprio advogado mais colunista por Abrantes...
Calem-se e tenham pudor.... pela "complacência" que exibiram.


