É óbvio, e já o havia aqui escrito, que nomeadamente os subsídios do 13º e 14º meses, talvez não voltem tão depressa ou nunca mais mais.
O "Expresso" revela que os subsídios eliminados irão mais tarde ser incorporados gradualmente nos montantes dos salários dos 12 meses do ano...
Está à vista de toda a gente intelectualmente honesta, - para usar a expressão de Passos Coelho - de que se em 2014 voltássemos a fazer crescer a despesa pública, em 2015 ou 2016 estava de volta a "troika"!
Para que os subsídios voltem será preciso, que durante uns quatro ou cinco anos seguidos - após 2013 - o crescimento da economia possa atingir o patamar anual de pelo menos 3%...!
Ignorar esta advertência é querer fantasiar as realidades. É não querer aprender mesmo nada com esta crise.
Vem nos livros... É óbvio!