Abrantes deve a estes Senhores da Troika não termos "estoirado"
13 milhões ( fora as derrapagens!!!!- numa obra que os abrantinos nunca
seriam capazes de erguer com a dignidade que a valiosa colecção merecia.
Pasme-se a atitude da autarca municipal ao contradizer-se a cada frase que balbuciou para a Lusa, como relata o Mirante:
«A Câmara de Abrantes anunciou esta sexta-feira, dia 21, não ter condições para construir o Museu Ibérico de Arqueologia e Arte (MIAA) nos moldes anunciados, afirmando que o mesmo vai ser edificado de forma faseada.
Em declarações à agência Lusa, à margem das II Jornadas Internacionais do MIAA, que se realizaram ontem em Abrantes, a presidente da autarquia, Maria do Céu Albuquerque, reafirmou a intenção de "honrar um conjunto de compromissos assumidos", mas referiu que, "atendendo à actual conjuntura, seria irresponsável" avançar para este investimento nos moldes em que estava previsto.» [ a irresponsabilidade do projecto partiu de quem?! Repare-se na contradição de quem diz que o projecto vai ser erguido de forma faseada, como se ainda não tivesse percebido que faseada ou não, nunca mais haverá dinheiro para "estoirar" numa obra dessa natureza...?! Isso acabou!!! Mas onde é que a autarca tem andado estes anos?! SALVEM ABRANTES desta irresponsabilidade e cuidem de guardar a colecção...]
"Promovido pelo município e pela Fundação Estrada, o MIAA tem o propósito de apresentar as colecções de arqueologia, de história e de arte, desde a pré-história até à época contemporânea, reunidas pelas duas instituições, e ainda duas colecções do escultor Charters de Almeida e da pintora Maria Lucília Moita." [ Onde é que está provado que era preciso uma torre para albergar a colecção?! Ora essa omissão de prova só veio demonstrar a pouca vontade de homenagear a colecção...]
«Com um investimento inicialmente estimado de 13 milhões de euros e projecto desenhado pelo arquitecto Carrilho da Graça, a criação do MIAA implica a construção de uma torre de 27 metros para acolher as cerca de cinco mil peças que integram as colecções de ourivesaria, numismática, armaria, arquitectura romana, medieval e moderna e arte sacra dos séculos XVI a XVIII, entre outras colecções que Ernesto Estrada recolheu ao longo de meio século, e cujo acervo será cedido à Câmara de Abrantes através de protocolo.»
«Segundo Maria do Céu Albuquerque, o MIAA vai ser construído por duas fases, a primeira das quais englobando a requalificação e musealização do Convento de São Domingos, no âmbito de um projecto de regeneração urbana.» [ A autarca municipal continua a teimar no logro, anunciando agora uma primeira fase e deixando ficar no ar a ideia de que virá a seguir a segunda fase... Só quando as galinhas tiverem dentes!!!]
"O projecto ainda está a ser ultimado mas custará bastante menos, talvez cinco milhões de euros, não mais, até porque a construção da torre ficará para mais tarde", vincou. [ A autarca não sabe nada, não estudou ainda nada e já andam há quatro anos a falar no MIAA e há dois anos que tomou posse uma "coordenadora" a presidente da concelhia do PS local... É só a atirarem palpites aos milhões...!].
[ PASME-SE !!! ...Não será (serão) 13 milhões, talvez cinco, não mais, até porque a construção da torre ficará para mais tarde...?! Isto é conversa dos vendedores da banha da cobra.
Não é 13, não é cinco, mas depois ainda teremos a torre para mais tarde. Então isso quer dizer o quÊ?! Quererá dizer que ainda pensam "estoirar" os 13 milhões numa 2ª fase, no regresso de Sócrates...?!]
[ PASME-SE !!! ...Não será (serão) 13 milhões, talvez cinco, não mais, até porque a construção da torre ficará para mais tarde...?! Isto é conversa dos vendedores da banha da cobra.
Não é 13, não é cinco, mas depois ainda teremos a torre para mais tarde. Então isso quer dizer o quÊ?! Quererá dizer que ainda pensam "estoirar" os 13 milhões numa 2ª fase, no regresso de Sócrates...?!]
Valeu-nos a Troika. Foi ela que conforme já havia aqui escrito há vários meses, nunca iria deixar avançar este projecto. Não valia a pena perder-se tempo com a discussão. Até porque a discussão sempre foi tonta, e andou a passar ao lado do essencial: encontrar rapidamente, um local para expôr a colecção ao público!
Nelson, Lacão e Albano Santos, - quando este ainda acreditava que era o "Delfim" - todos com as costas quentes na co-habitação Socrates/Cavaco, pensavam que eram os donos do mundo...
Cheguei a apresentar a antiga estação da Rodoviária/Claras como um local de fácil instalação da colecção.
Pasme-se como ainda hoje, a autarca municipal continua a andar às voltas sem saber articular as coisas. E ao mesmo tempo que não deixa de temar em falar numa 2ª fase, como se ainda não tivesse percebido que essa 2ª fase nunca poderá existir, pelo menos, nos próximos 20 anos...!

