Companheiro Paulo Portas, todas as lideranças têm um fim.

ALDEIA de MATO e SOUTO com a sua "UNIÃO" tem o caminho aberto para serem a MAIOR e MAIS PROMISSORA FREGUESIA do CONCELHO de ABRANTES. Basta saber livrar-se uns "certos jumentos" da canga autárquica...

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

4.206 - O candidato do PSD [à CM de Abrantes, em 2009] está a querer tapar o sol com a peneira

( Parte I)
Tudo isto, a propósito de querer cavalgar a onda de oportunismo decorrente do recuo do executivo municipal do PS, quanto a avançar com a construção do MIAA nos moldes que vinha prometendo desde Junho de 2008.

Era bom que Santana Maia esclarecesse os municípes da razão de ter ficado calado no debate na Igreja de Santa Maria do Castelo, na tarde do dia 25 de Junho de 2009, diante da apresentação do projecto pelo próprio arqº Carrilho da Graça. Aliás, acabou por abandonar a reunião a meio.

Só dois candidatos, é que usaram da palavra:  Albano Santos do ICA e João Pico do CDS.
Albano Santos para capitalizar a seu favor, alguma da iniciativa do projecto, confidenciando o deslumbramento que sentiu ao ver a Colecção Estrada pela primeira vez. Não obstante, tal deslumbramento não ter sido suficiente para travar a sua disparatada e inexplicada saída da câmara, em 2006.
Analisando bem a questão, e dado que a colecção já começara há cerca de 50 anos, muito nos espanta, -  que alguém que já fora vereador há mais de 20 anos e que continuou muito próximo do executivo PS, a partir de 1994 e até 2005, quando assumiu as funções de vice-presidente da câmara  - não tivesse já um conhecimento mais aprofundado sobre essa colecção.
Portanto, a haver deslumbramento, só mesmo, pela sua estranha omissão sobre a existência da colecção.

A minha intervenção veio colocar algumas fragilidades técnicas do projecto e deixar um aviso sobre o financiamento da obra, não tendo adiantado mais reservas, porque se continuava a afirmar que o financiamento já estava assegurado.
Todavia, alertei para o erro grosseiro de termos a entrada do Museu de costas voltadas para o Jardim da República, denotando uma grave falta de harmonização e de integração com o Centro Histórico, uma vez que tinha o seu átrio principal virado para a encosta sul, permitindo que os visitantes pudessem chegar e partir, sem uma passagem algures pela cidade.
A gravidade foi sentida pelo próprio presidente da câmara, Nelson de Carvalho, que logo numa das reuniões de câmara do mês seguinte aprovou um caderno de encargos para um estudo de articulação do Museu com o Centro Histórico, de que incumbiu o próprio Carrilho da Graça. Este aspecto só veio dar razão à minha observação, de que o Centro Histórico poderia ficar desligado de toda a movimentação de visitantes que temos de aceitar como um dado garantido.

O estudo económico tão apregoado pelos vereadores do PSD não parece ser uma peça demasiado importante e muito menos determinante para a criação de um Museu, quando à partida temos uma colecção de mais de 5 mil peças, algumas únicas no mundo, como sempre foi afirmado.
Tanto mais, que esse estudo económico nunca poderia ser fiável. Desde logo, porque não há na própria península Ibérica, quanto mais por esse país fora, exemplos de outros museus com essa particularidade da colecção Estrada. Como é que algum estudo credível poderia indicar com rigor quantos turistas é que passariam a visitar Abrantes, à conta desse Museu?

Acresce, que o exemplo do maior surto de turistas mais próximo da zona de Abrantes, recai sobre o Santuário de Fátima e muito tem beneficiado, os monumentos emTomar.
Não vejo grande dificuldade em admitir que uma vez instalada a exposição dessa colecção e de outras anexas, Abrantes poderia facilmente, virar a seu favor o novo mapa das rotas turísticas e beneficiar dessas proximidades, atrás assinaladas.

Concordo que possa ser difícil a um habitante da Ponte de Sôr e do inóspito Alto Alentejo, poder admitir alguma viabilidade turística a um Museu em Abrantes. Mas isso não lhe dá o direito de teimar em negar qualquer hipótese de sobrevivência aos abrantinos. E muito menos de ter desdenhado da colecção e omitido a sua valia, continuando ainda hoje a dizer que nunca a viu. Ora um vereador eleito em 2009, já tinha a obrigação de ter suscitado todos os requerimentos administrativos e políticos, para aceder a visionar a maior parte das peças dessa colecção.

Pasme-se, como essa situação de ter visto ou querer ver e não conseguir ver essa colecção, nunca ter constado na agenda das suas preocupações. Ora isso diz muito, da sua verdadeira intenção, em desvalorizar e desprezar a valia da colecção.
Sinceramente, esse notório desprezo pela colecção Estrada é por demais evidente, no triste curriculum autárquico de qualquer um dos vereadores do PSD, que já estiveram nas sessões de câmara, desde Novembro de 2009.

(continua)



BLOGUE PICO do ZÊZERE ABT

INICIADO em 27.10.2007

Nos idos de 1970 torneios sem subsídios mas muito amor e suor...

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Equipa de futebol do Souto, c/ João Pico a capitão da equipa ( 2º em cima à esqª.)

É esta a obra que Sócrates inaugurou e depois mandou "AFUNDAR"...

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Paulo Portas e João Pico vendo o Parque Ribeirinho...

O Urbanizador foi mesmo a Câmara, acreditem!...

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Alta tensão sobre Urbanização Municipal nas Arreciadas

Fados no Rossio ao do Sul do Tejo, ontem no Jantar dos Lyon`s de Abrantes

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Nuno Pico acompanhado à guitarra por Alfredo Gomes e na viola José Mário Moura

CIDAS, em 1975,a água de REGA no SOUTO - 10 anos antes da água dos SMAS! FUI um dos FUNDADORES!

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E desafiei o então presidente, Engº José Bioucas a ir à albufeira do Castelo de Bode connosco buscar água para a freguesia e para ABRANTES. Só que o Engº riu-se... E só em 2001 é que lá foram à albufeira... Tive razão antes do tempo...

Nascido e baptizado no Souto, comigo não há dúvidas de que sou do Souto de Abrantes

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Retábulo da Matriz do Souto onde João Pico foi baptizado

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