João Baptista Pico foi o único soutense, que logrou atingir a maior intervenção política vinda de um partido da oposição.
As suas intervenções desde 2001 vieram mostrar que estava vários anos à frente de toda a gente que se dizia da elite dominante. Hoje, olhando para toda essa elite que levou sumiço de Abrantes, ninguém pode ficar indiferente às críticas assertivas do anterior presidente concelhio do CDS.
A sua combatividade só tinha uma razão: acabar com a mediocridade reinante, que ele soube ver com toda a nitidez muitos anos à frente de qualquer outro abrantino.
A História não só do Souto, como do concelho de Abrantes terá que falar dele.
João Baptista Pico, tudo fez para colocar o industrial de carnes, EDUARDO MARGARIDO numa posição de relevo na vida abrantina. Todavia, o industrial não soube estar à altura do lugar, deixando-se manipular pelos maus conselhos de alguns empresários da terra, que bem o tramaram...
Aqui na foto, Eduardo Margarido e Paulo Portas ladeando o único presidente da concelhia CDS, que conseguiu marcar a agenda política abrantina eclipsando toda a restante oposição.
Nunca mais iremos ver nas listas do CDS de Abrantes nomes de abrantinos esforçados e amigos da sua terra, como Abílio Pombinho, Drª Sónia Martins, Engº Luís Serras Lopes, Drª. Matilde Neto, Francisco Marques, Arqª Raquel Seixas, Drª Edwiges Rosa, Paulo Bica e tantos outros.
