É o que se pode chamar "Rexistir" tristemente, à mudança...
Em vez de mostrar sábia e assertiva, a vereação dita da oposição chefiada pelo ex- professor e ex-vereador da Ponte de Sôr foi logo dar com as canastras na água.
Questionou o custo das administrações das juntas de freguesia, quando o PSD tem a chefia da única freguesia do Norte do concelho, cuja sede só abre duas horas ao sábado e não consta que os autarcas em causa tenham abdicado de vários milhares de euros de remuneração anuais.
UM TIRO NOS PÉS...!
Depois, a vereação do ex- vereador da Ponte de Sôr e de mais três professores habituais, onde o mais "experiente" tem como currilum o cargo de chefe de gabinete do presidente Humberto Lopes, - cargo esse, que abandonou a "mando" ou a "conselho"do ex-governador Marçal, como forma de esvaziar a administração social democrata na Câmara da altura, sem notarem como estavam estupidamente a estimular a chegada triunfalista de um qualquer "timoneiro" patego, que até se veio a chamar Nelson. Mais tarde, esse vereador acabou na chefia do Conselho Fiscal do "falido" Abrantes Futebol Clube. Foram estes perfis que não os deixaram começar por onde deviam: questionar o elenco de mais de 400 funcionários na pesada administração municipal, sediada no Largo Raimundo Soares.
Para começo, importava desde logo escrutinar o número de arquitectos a auferirem ordenados de vários milhares de euros mensalmente, quando por mês não devem entrar na Câmara mais do que 20 projectos de construção, muitos deles, como obras de mera reabilitação do edificado já existente, quando não se dá o caso de tudo se resumir a mais um muro de vedação todo ele, em cima da valeta...
Com um projecto por dia a dar entrada na câmara, uma pergunta muito pertinente se impôe:
- Para que precisa a CMA de pagar a tantos arquitectos como os que tem nos seus quadros, quando tem à cabeça, um arquitecto como vice-presidente e no pelouro do urbanismo e obras municipais e três arquitectas em chefes de serviços, fora outros adjuntos equiparados a arquitectos ou a agentes técnicos de arquitectura, mais os grupos de administrativos inerentes a todos esses departamentos, mais mesas, cadeirões e iluminação e gastos de expediente, para fingir que tudo se mantém nos acordes burocráticos?
COMO É QUE ESTE PAÍS PODE PAGAR A TANTOS para fazerem tão pouco...?!
É que o deferimento de um licenciamento pode demorar dois a três anos... E já agora, seria bom não esquecer que só um terço dos projectos acabam com deferimento favorável. Dois terços chumbam nas primeiras provas. E se acabam aprovados, é certo e sabido, que o projectista acaba por ser outro, e nunca o do projecto inicial... Alguém sabe explicar PORQUÊ...?!
A mioria do eleitorado sabe que as coiosas são mesmo assim, mas acreditam que sendo assim, sempre podem sair bafejados... com o deferimento "amigo"!
COMO É QUE ESTE PAÍS PODE PAGAR A TANTOS para fazerem tão pouco...?!
É que o deferimento de um licenciamento pode demorar dois a três anos... E já agora, seria bom não esquecer que só um terço dos projectos acabam com deferimento favorável. Dois terços chumbam nas primeiras provas. E se acabam aprovados, é certo e sabido, que o projectista acaba por ser outro, e nunca o do projecto inicial... Alguém sabe explicar PORQUÊ...?!
A mioria do eleitorado sabe que as coiosas são mesmo assim, mas acreditam que sendo assim, sempre podem sair bafejados... com o deferimento "amigo"!
Sejamos sérios, com um projecto de construção por dia, UM SÓ ARQUITECTO BASTAVA, para assegurar todos os despachos de apreciação e licenciamento. E dando-se o caso do vice-presidente ser arquitecto e detentor do pelouro do urbanismo e obras, a única utilidade e o único serviço valioso que poderia prestar ao município seria tomar a seu encargo pessoal a dispensa de todos os outros arquitectos e arquitectas, de todo desnecessárias. E com um desenhador ao lado passava todos os dias em revista o projecto do dia...!!!
Não andavam mais, a enganar o Zé Povinho.
Não andavam mais, a enganar o Zé Povinho.
Enquanto esta mentalidade não se trornar REGRA de OURO, a oposição não tem mais autoridade moral para falar da vida municipal. E o eleitorado, aquela metade que quer escolher entre o PS e o PSD, useiros e vezeiros na unanimidade também já perdeu a autoridade moral para se afirmar como democrata. Quando muito, só tem cimentado a "DITADURA DUALISTA" dos grandes interesses mais próximos e mais jacobinos.
Só se deixa enganar quem quer ou quem já perdeu a noção de DIGNIDADE CÍVICA!
Só se deixa enganar quem quer ou quem já perdeu a noção de DIGNIDADE CÍVICA!
BOM ANO, mas como um ANO NOVO a sério: com VERDADE!