A AUTARQUIA PRECISA DE SER ENTREGUE A UMA GESTÃO PRIVADA, e demitir compulsivamente, mais de metade dos quadros e um terço dos administrativos, entregando os comandos a uma empresa técnica de auditoria e gestão, sob a supervisão de técniicos da troika.
A Acção Social deveria ser entregue ao CRIA, à Misericórdia e ao Projecto Homem, extinguindo-se por completo o Departamento Social da Câmara.
Dada a ausência de novos projectos urbanísticos, tudo o que surgisse nesse sentido seria canalizado para a CCRLVT, entinguindo-se o Departamento de Urbanismo.
Extinção imediata da Parceria SMA / ABRANTÁQUA.
AUDITORIA A TODOS OS MANDATOS DE NELSON de CARVALHO, e ao actual, até à data presente.
Sejamos claros: a presidente é inexperiente e como tal, não tem o perfil adequado à gravidade da situação, nem capacidade para liderar o que quer que seja.
A Acção Social deveria ser entregue ao CRIA, à Misericórdia e ao Projecto Homem, extinguindo-se por completo o Departamento Social da Câmara.
Dada a ausência de novos projectos urbanísticos, tudo o que surgisse nesse sentido seria canalizado para a CCRLVT, entinguindo-se o Departamento de Urbanismo.
Extinção imediata da Parceria SMA / ABRANTÁQUA.
AUDITORIA A TODOS OS MANDATOS DE NELSON de CARVALHO, e ao actual, até à data presente.
Sejamos claros: a presidente é inexperiente e como tal, não tem o perfil adequado à gravidade da situação, nem capacidade para liderar o que quer que seja.
A cada esquina do desgarrado concelho só lhe aparecem problemas, que não têm nada a ver, com o curriculum do seu curso de biologia química.
Os eleitores sempre o souberam.
A "elite dos profissionais liberais do concelho", sabendo da debilidade da candidata do PS pensaram que tinha chegado a sua vez, queriam alguém, em quem eles mandassem, e nunca quem soubesse mandar no concelho. Com essa finalidade, aprontaram a maior "burla política" que alguma vez foi aprontada em Abrantes, depois da chegada dos oficiais do Junot.
Não lembrava a ninguém de bom senso, de que a terapêutica para os grandes males do concelho passava por entregar o mando a um arquitecto "fujão", inexperiente e poeta, sem perfil capaz e idóneo. O arquitecto era, - usando o termo tão do gosto do marido da rainha D. Maria I - apenas e tão só, um "capacidónio"...
O arquitecto esteve nas delirantes negociações que conduziram ao MIAA de Carrilho da Graça e na proposta da "deslocalização" dos Paços do Concelho para o edifício do Politécnico. E teria estado com a RPP Solar, se não tem fugido antes.
E entre a "elite" sua apoiante, ninguém tinha outra ideia avisada e sensata que contrariasse a onda populista e despesista reinante. A ruína estava iminente.
Já todos vão percebendo que o único candidato que o Gonçalo Oliveira em desespero de causa, conseguiu levar à sede da Rua de S. Pedro foi um autêntico desastre: um erro de casting total!
E agora, em 2013?
Catroga nunca iria aceitar. É como o Cavaco, não lhe chegava a reforma para as despesas, mesmo que viesse fazer vida na pacatez de S. Miguel.
A "elite" já deu provas mais que suficientes de total incapacidade para enfrentar com sucesso, a difícil gestão municipal.
Extinguir o governo municipal dos partidos seria um bom modo de evitar mais buracos. E optarmos por uma gestão privada.