Quando num processo de candidatura autárquico sou chamado a intervir e deparei com alguém a meu lado, - que nunca conhecera antes, mas que me foi recomendado, como um bom candidato - que veio daí a dias a revelar graves sintomas que o diminuíam psiquicamente, tratei de chamar a atenção dos responsáveis desse partido e como se nada se passasse para obviar esse imponderável, saí dessa candidatura.
Claro que ainda hoje sou confrontado com acusações de "oportunista", de vira-casacas e outras parvoíces do género. Um a um, quase todos em privado vieram reconhecer que eu estava certo. Afinal, muita gente íntima ou da sua proximidade sabia já das suas "crises do foro psíquico. Todavia, assobiaram para o lado. Mais uma vez tivera razão antes do tempo.
Aquele sujeito tinha problemas do foro psíquico. O seu comportamento indiciava alterações de carácter muito pronunciadas e palpáveis.