Até 10 de Julho de 2009, os candidatos do PSD tinham dito ZERO!
E neste " Quanto ao Museu" ninguém ouviu falar de que o MIAA devia ficar no Convento de S. Domingos, como se prova.
«C) Quanto ao Museu:
As (poucas) discussões até agora havidas têm-se limitado a aspectos técnicos ligados ao projecto em si.
Ora, a nosso ver, um projecto desta dimensão exige a priori um estudo sério, fundamentado, rigoroso e detalhado sobre as condições do seu funcionamento, em termos de afluência esperada de públicos, receitas daí derivadas e caracterização desse mesmo público com vista a aquilatar dos benefícios ou não que o tecido económico e social da cidade poderá esperar.
Também é fundamental uma estimativa correcta dos custos a suportar com o pessoal (especializado ou não) que necessariamente terá que ser contratado, bem como dos custos normais de funcionamento, certamente elevados num equipamento com a volumetria projectada e que requer condições próprias para a preservação das obras que se prevêem expor.
Enfim, uma análise custo/benefício que não se esgota apenas na possível auto-sustentatibilidade do Museu, mas alarga-se aos possíveis impactos (económicos, de circulação, de hábitos culturais, etc) que possa vir a ter na Comunidade onde se irá inserir.
Assim, dada a proximidade das eleições autárquicas e tendo em conta a evidência de que esses estudos (estudos sérios sobre a viabilidade económica do Museu com esta dimensão) não foram efectuados, propomos que as decisões sobre este tema sejam suspensas. » in Conferência do PSD de 10 de Julho de 2009
«Em filosofia e lógica, o paradoxo do mentiroso abrange afirmações paradoxais como:
E neste " Quanto ao Museu" ninguém ouviu falar de que o MIAA devia ficar no Convento de S. Domingos, como se prova.
«C) Quanto ao Museu:
As (poucas) discussões até agora havidas têm-se limitado a aspectos técnicos ligados ao projecto em si.
Ora, a nosso ver, um projecto desta dimensão exige a priori um estudo sério, fundamentado, rigoroso e detalhado sobre as condições do seu funcionamento, em termos de afluência esperada de públicos, receitas daí derivadas e caracterização desse mesmo público com vista a aquilatar dos benefícios ou não que o tecido económico e social da cidade poderá esperar.
Também é fundamental uma estimativa correcta dos custos a suportar com o pessoal (especializado ou não) que necessariamente terá que ser contratado, bem como dos custos normais de funcionamento, certamente elevados num equipamento com a volumetria projectada e que requer condições próprias para a preservação das obras que se prevêem expor.
Enfim, uma análise custo/benefício que não se esgota apenas na possível auto-sustentatibilidade do Museu, mas alarga-se aos possíveis impactos (económicos, de circulação, de hábitos culturais, etc) que possa vir a ter na Comunidade onde se irá inserir.
Assim, dada a proximidade das eleições autárquicas e tendo em conta a evidência de que esses estudos (estudos sérios sobre a viabilidade económica do Museu com esta dimensão) não foram efectuados, propomos que as decisões sobre este tema sejam suspensas. » in Conferência do PSD de 10 de Julho de 2009
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| Até esta conferência em 10 de Julho, as únicas tomadas de posição sobre o Museu vieram assinadas pelo Arquitecto António Castelo Branco, que nem foi candidato pelo PSD, nem por nada em Abrantes... |
«Em filosofia e lógica, o paradoxo do mentiroso abrange afirmações paradoxais como:
Estou mentindo agora.
ou
Esta afirmação é falsa.
Para evitar que uma afirmação se refira ao seu próprio valor lógico, também se pode construir o paradoxo da seguinte forma:
A afirmação seguinte é verdadeira.
A afirmação anterior é falsa.
Eubulides de Mileto
A versão mais antiga do paradoxo do mentiroso é atribuída ao filósofo grego Eubulides de Mileto que viveu no século IV a.C.. Presumivelmente, Eubulides disse:
Um homem diz que está mentindo. O que ele diz é verdade ou mentira?
O Paradoxo de Epiménides
"Paradoxo de Epiménides" é muitas vezes considerado um termo equivalente a "Paradoxo do mentiroso" e é também o tipo de "Paradoxo do mentiroso" mais conhecido do público em geral. »
