Companheiro Paulo Portas, todas as lideranças têm um fim.

ALDEIA de MATO e SOUTO com a sua "UNIÃO" tem o caminho aberto para serem a MAIOR e MAIS PROMISSORA FREGUESIA do CONCELHO de ABRANTES. Basta saber livrar-se uns "certos jumentos" da canga autárquica...

sábado, 26 de maio de 2012

4.628 - A Carta de Matafome enviada ao seu antecessor na concelhia de Abrantes [ João Pico]

Foi uma carta onde Matafome revelou todo o seu mau carácter. Foi como que a carta de um "comissário do povo" na velha "URSS a justificar a perseguição política movida contra um seu compatriota.

Numa situação normal, eu próprio não daria seguimento e publicidade a esta carta. Mas estando um sujeito desta natureza a candidatar-se a presidente da Distrital do CDS, acho meu dever denunciar isto. Para que o CDS não venha a sofrer um enxovalho público. No Mirante já criticam com ironia a iliteracia revelada nos erros ortográficos, no "Cavaleiro Andante"... Foi um começo!


 Foi com essa carta que confessou a habilidade maquiavélica de toda a sua aproximação ao CDS. 
Será bom perceber como é que Matafome se aproximou do CDS, em Abrantes, em Setembro de 2001, mantendo-se ao mesmo tempo militante do PSD e onde acabaria em Setembro de 2002, por se candidatar numa lista de oposição interna no PSD, ao cargo de presidente da Comissão Política Concelhia do PSD em Abrantes. Servia-se do cargo municipal que dizia ocupar em nome e representação do CDS, para depois o ir " depositar" no PSD. 
Se Matafome tem ganho essa concelhia do PSD mandava acabar com o CDS, em Abrantes!
O único cargo político autárquico que exercera - deputado municipal pelo CDS -  foi na candidatura autárquica do CDS em Abrantes, onde eu já estava como nº dois na lista à Câmara Municipal, encabeçada por um arquitecto que ao fim de um mês percebi, não ter o mínimo perfil para um cargo daquela responsabilidade: era um incompetente, um homem sem palavra e sem senso comum.
Avisado por mim, e concordando com a minha observação, Matafome não quis saber disso. Ele queria ser candidato e deputado municipal pelo CDS. Queria impressionar e afrontar o PSD, onde era militante, e que o rejeitara como candidato autárquico. Daí ter continuado com um pé no CDS e outro no PSD.

Matafome na carta que me enviou porque eu criticara a sua pobre intervenção na Rádio Tágide - oiço muitas vezes essa radio via net, não tive informador como Matafome insinuou maldosamente, querendo atacar um dos melhores e mais activos militantes, que acabou por o ver sair dessa concelhia e pedir a transferência para o Entroncamento: o Abílio Pombinho, candidato a nº dois à Câmara na minha lista de 2009 e membro da minha direcção concelhia.

Matafome fala muito das inscrições que fez, mas nunca falou dos que deixou partir ou votou ao ostracismo como militantes mais antigos do que ele. Para ele, não há passado no CDS, porque ele quer reescrever a história do CDS, onde só contasse ele e tudo o mais que ele tenciona fazer ao CDS, com a tal doutrina "liberal progressista".

Acusou-me de eu ter saído de Abrantes, para ter ido viver para Lisboa, quando a opção de vida dele foi ficar por Abrantes.  Esqueceu-se de dizer que eu acompanhei os meus pais, tinha então dois anos e meio de idade - não tinha outra opção a tomar! - quando estes decidiram prosseguir vida em Lisboa, no seguimento das inundações das nossas terras junto à albufeira do Castelo de Bode. Eu nasci no ano da barragem do Castelo de Bode. Cresci no Souto de Abrantes à medida que as águas foram subindo na barragem a partir de 1951. Só um idiota e um demagogo reles diria tal estupidez. 
Porém, a sua opção traz outra história por detrás. Ele foi o herdeiro de um vasto latifúndio do avô e do pai. Montou um consultório de veterinário nos velhos edifícios do pai, onde as obras foram quase nulas. É aí, nessas casas do pai, que montou a sede do CDS para efeitos de actos eleitorais. Aquela é uma sede de ocasião. Os militantes para irem votar têm que entrar na casa que foi do pai dele. E pedir licença a ele para entrar. Não sei como o CDS tolerou esta assembleia de voto ali! Onde ainda há poucos anos mantinha inquilinos nuns casebres ao nível de cave. Não sei se ainda lá estão esses casebres arrendados ou não. Mas uma vistoria ao local teria retirado-lhe a utilização dos mesmos para fins de habitação, pois o local em cave está muito abaixo da cota de cheia do Tejo.
Com aquelas rendas e aquelas terras de latifúndio fora o que já vendeu, não admira que tenha feito a opção que fez. Ficar a receber as "rendas" do património herdado.

Esta opção de vida, não era tema para um presidente concelhio trazer para o texto de uma carta a um militante. No CDS não se faz perseguição à opção de vida dos militantes. Pelos vistos, Matafome tem outra forma de entendimento diferente e em total oposição ao conceito "liberal progressista" que tanto apregoa. A menos que o termo "progressista" vise os mesmos conceitos persecutórios e inibidores da liberdade individual, tal como os comunistas e seus satélites da extrema-esquerda exportaram da velha "URSS"...

Porque a sua carta encerra toda a manifestação persecutória e difamatória tão ao jeito dos camaradas extremistas.

 «Relativamente à sua afirmação de que o Concelho de Abrantes não é uma “área agrícola”, permita-me informá-lo que, das dezanove freguesias do concelho, só uma pequena parte é urbana, as outras são mistas ou rurais com agricultura e floresta. Se a realidade não fosse esta, qual a razão porque propôs a necessidade de um posto de bombeiros no norte do Concelho durante o Verão?
6.       Meu caro, ao contrário do Sr., que escolheu os subúrbios da capital para viver, eu optei por fazê-lo neste Concelho e numa freguesia rural. Vivo a realidade deste Concelho todos os dias, não necessito que me informem como acontece consigo.»   Matafome manipula o termo " área agrícola" fora do contexto. Abrantes é floresta em 70% da sua área. Só 20% é área agrícola. Para Matafome, floresta e agricultura é tudo o mesmo. 
E estupidamente, ainda perguntou para que queria um Posto de Bombeiros a norte do Concelho de Abrantes - o que denunciou o conhecimento que tinha da minha actividade no Conselho Municipal de Segurança - e atestava quanto eu era persistente, pois esse projecto já vinha de 2001. Até ele o leu no Programa Autárquico do CDS. Mal sabia que fui eu que levei esse ponto, para o Programa. 
Para Matafome  proteger as cinco freguesias com 3.600 eleitores só vale pela floresta que ele confunde com "área agrícola".  E quanto a área urbana e às muitas áreas industriais em Abrantes, nada diz.  Nem explicou porque razão teve os jovens da JP a limpar o mato na sua herdade em Abrantes, nas vésperas de lá organizar um evento partidário muito fraco de assistência deva dizer-se, como foi notório pelas fotos apresentadas no facebook.



BLOGUE PICO do ZÊZERE ABT

INICIADO em 27.10.2007

Nos idos de 1970 torneios sem subsídios mas muito amor e suor...

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Equipa de futebol do Souto, c/ João Pico a capitão da equipa ( 2º em cima à esqª.)

É esta a obra que Sócrates inaugurou e depois mandou "AFUNDAR"...

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Paulo Portas e João Pico vendo o Parque Ribeirinho...

O Urbanizador foi mesmo a Câmara, acreditem!...

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Alta tensão sobre Urbanização Municipal nas Arreciadas

Fados no Rossio ao do Sul do Tejo, ontem no Jantar dos Lyon`s de Abrantes

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Nuno Pico acompanhado à guitarra por Alfredo Gomes e na viola José Mário Moura

CIDAS, em 1975,a água de REGA no SOUTO - 10 anos antes da água dos SMAS! FUI um dos FUNDADORES!

CIDAS, em 1975,a água de REGA no SOUTO  - 10 anos antes da água dos SMAS! FUI um dos FUNDADORES!
E desafiei o então presidente, Engº José Bioucas a ir à albufeira do Castelo de Bode connosco buscar água para a freguesia e para ABRANTES. Só que o Engº riu-se... E só em 2001 é que lá foram à albufeira... Tive razão antes do tempo...

Nascido e baptizado no Souto, comigo não há dúvidas de que sou do Souto de Abrantes

Nascido e baptizado no Souto, comigo não há dúvidas de que sou do Souto de Abrantes
Retábulo da Matriz do Souto onde João Pico foi baptizado

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