Com o vereador Arês "agastado" com a presidente, por via do rescaldo do fecho da escola básica de S. Facundo e com a outra ala do que ainda resta dos "independentes", de candeias às avessas com o vereador e com o mentor do ICA, aqueles 3.800 votos podem fazer falta, diante da expectável abstenção, nas próximas autárquicas em Outubro.
Com o PSD a preparar o "hara-kiri" , o cheque-mate do PS, pode muito bem surgir com a surpreendente "reconciliação" da presidente com o arqº Albano Santos. Vendo bem, o arqº Albano sempre recolherá mais votos do que o tomarense Serrano.
Seguro e Costa também se "reconciliaram", para inglês ver. E Maria do Céu, sempre
poderá deixar cair a generosa ideia, de que desta vez, é que o arqº Albano poderá subir à liderança da câmara, lá mais para 2015/2016.
É uma "aposta" falaciosa, que resultou em cheio com Nelson em 2005, quando calou por completo as virtuosidades rejuvenescidas, com que Pedro Marques e os seus amigos empresários se apresentaram contra o "velho e gasto" presidente socialista.
É certo que a realidade foi bem diferente. A ideia de atrair votos com a encenação do "Delfim" foi sol de pouca dura. Mal Nelson se apanhou eleito, nunca mais deu "corda" ao Delfim.
Vendo bem, em 2009, a dupla candidatura nas hostes socialistas ( PS+ ICA) também iria acabar numa aliança socialista, caso Maria do Céu tivesse perdido a maioria, e os eleitores não continuassem "amarrados" ao sufrágio de 1975. Não era por acaso, que o PS nunca caíu na asneira de "expulsar" o arqº Albano de militante PS.
PUDERA!
Com o arquitecto ainda filiado, mais fácil seria a reconciliação, com o alto patrocínio do aparelho socialista. Vem nos livros...só que por Abrantes, como os eleitores só lêem a folha do Jana, essas coisas escapam-lhes por completo.