Qualquer emproado, arrotando postas de pescada sobre o que nunca conseguiu fazer pela colectividade, que não apresentasse factura avultada à cabeça, se acha no direito de exigir aos outros, toda a espécie de responsabilidades, que ele nunca quis tomar para com a sociedade, que de resto abominava e ainda continua a desprezar. Ele nada fez, mas tudo exige aos outros.
E mesmo agora, ao espreitar à porta do poder, sobre o muito que está por fazer, ainda consegue ter a desfaçatez de lançar farpas para quem nunca voltou a cara à luta.
Coitados, bem tentam, mas falta-lhes a legitimidade para falar, como eu posso falar. Aos 17 anos já estava a iniciar quarenta e tal anos de contributos para a sociedade local, de forma não remunerada.
Posso criticar no CDS, onde trabalhei ao lado de grandes vultos nacionais e locais. Assiste-me o direito de criticar o PSD onde estive na Comissão Política Concelhia e através do qual fui vereador à Câmara Municipal de Abrantes.
Servi a dois partidos?
Não, seus idiotas, faltados de inteligência, cínicos e ingratos, isso não era o mais importante. O importante era colocar o meu saber, a minha experiência e a minha inteligência ao serviço da minha terra. Servi ao concelho que é a minha terra. A cor das bandeiras partidárias não era o mais importante. O importante era servir a minha terra, que é uma coisa que certos emproados nunca irão ter a felicidade de interiorizar e usufruir, como eu sempre o fiz.
Acresce que esses dois partidos estão hoje, como estiveram duas outras vezes no passado, um ao lado o outro, para defender o governo de PORTUGAL!
Acresce que esses dois partidos estão hoje, como estiveram duas outras vezes no passado, um ao lado o outro, para defender o governo de PORTUGAL!
Não me obriguem a dizer, como dizia o outro, que é pessoa de cultura: Vão tomar no ...