Manuela Ruivo e Armando Fernandes, num aspecto, pelo menos, são muito parecidos: só eles próprios e os poucos amigos que juntam, - mas somente enquanto lhes convém tê-los como amigos - é que contam!
Basta ver quantos amigos e colaboradores já se afastaram deles, para confirmar esta verdade.
Elza Vitório que apareceu no PSD com a equipa de Pedro Marques, Armando Fernandes, onde andava Belém Coelho, actual vereador do PSD, conseguiu apresentar-se como candidata sem os ter a seu lado, e sem uma referência sobre eles. Já nem falo do vereador Santana Maia, que foi buscar Manuela Ruivo para a política local. Para fazer número. E que triste número, o de ambos.
Essa apresentação redutora diz muito do isolamento, da incapacidade de mobilização e da falta de capacidade de liderança da candidata. O que não augura nada de bom para o concelho. Um perfil deste é claramente, um erro de casting.
Mais: mostra como será a postura de isolamento da candidata em relação aos municípes, o que nesta altura não é nada abonatório, para a transformação da vida municipal, como ela própria repete em frases soltas, sem que perceba em profundidade o significado das mesmas.
Licenciada em Finanças: vê números, estabelece rácios e formula despachos sobre esses conteúdos ordenados em mapas.
Dói-me a alma, sentir como 39 anos depois do 25 de Abril, ainda há, o atrevimento de certas pessoas em saltarem para o púlpito a debitarem mediocridades.
Dói-me a alma, sentir que não faltaram os jacobinos do clube, incapazes de um gesto de frontalidade expressando um grito: o rei vai nu!
Cumplicidades atrás de cumplicidades, e assim se passaram os anos e se esfumaram as oportunidades de progresso na vida municipal. Tempos difíceis...