MENTALIDADES DE FUNCIONÁRIO PÚBLICO, no pior sentido...
Vejamos como os vereadores do PSD esqueceram o verdadeiro papel que cabe à autarquia municipal na resolução dos problemas da comunidade, que num período de grave crise económica, nunca poderá inveredar pelas "ajudas esbanjadoras" a rádios e jornais locais.
Vejamos como os vereadores do PSD esqueceram o verdadeiro papel que cabe à autarquia municipal na resolução dos problemas da comunidade, que num período de grave crise económica, nunca poderá inveredar pelas "ajudas esbanjadoras" a rádios e jornais locais.
Isto é elementar!
Todavia, o que os vereadores vieram defender foi "uma balda para todos os media locais"...!!!
Que falta de sentido de maturidade política a destes vereadores. Mais parecem a falsa mãe da criança, na sábia sentença de Salomão, ao concordarem em dividir a meio, o pagamento injustificado aos media locais.
Só haveria razão para contrato se houvesse uma discriminação dos tempos de antena e dos espaços noticiosos com conteúdos relativos aos trabalhos municipais ou de interesse municipal. Ora não houve qualquer indicação de cadereno de encargos, logo nunca poderia haver um contrato sério. Quando muito uma "dávida" de dinheiros públicos, sem qualquer fundamento ou suporte legal. Onde está consignado na Lei das Autarquias, as "dádivas injustificadas" de dinheiros às rádios locais?
Lamentavelmente, os vereadores do PSD não perceberam mesmo nada do conteúdo da Carta dos dois directores da Rádio Tágide, nem a missão para que foram eleitos alguma vez passa ou passaria por velar pela equitativa distribuição de benesses às rádios e aos jornais.
Como é que dois professores, um licenciado em Direito e outro em Economia ainda conseguem persistir neste erro crasso, depois de tantas crítricas que já aqui expressei sobre os "donativos" aos media?!
AGORA, a resposta da direcção da Rádio Tágide:
«Vem a Rádio Tágide por este meio responder ao pedido de informações ( dos vereadores do PSD) por V/ solicitado.
A direcção desta estação emissora não apresentou qualquer proposta de contrato de publicidade para celebrar com a entidade Câmara Municipal de Abrantes.
Os valores e as condições contratuais foram-nos apresentados pela autarquia, numa lógica de, ao que nos foi assegurado pela Presidente da Câmara, Drª Maria do Céu Albuquerque, “igualar” os valores dos contratos a celebrar entre as duas rádios com sede no concelho.
O valor indicado pela autarquia à Rádio Tágide foi de 8 400 euros/ano mais IVA, a pagar em 12 prestações, em contrato válido por 3 anos. Uma verba que não corresponde ao valor apresentado pela Srª Presidente em reunião de Câmara de 28 de Novembro de 2011.
A Rádio Tágide não teve conhecimento da forma como o contrato foi celebrado com a outra estação emissora, se por iniciativa da autarquia, se por proposta da Antena Livre.
A Rádio Tágide sente-se incomodada, enganada e discriminada pela diferença dos valores contratuais e exige uma explicação cabal para a diferença de tratamento, para além de querer ser ressarcida do diferencial da verba recebida pelas duas Rádios, desde que o contrato está em vigor. »
SE a Rádio Tágide não apresentou qualquer contrato, não havia mais lugar a pagamentro algum, pois a rádio é uma entidade privada!
PIOR FICOU A ASSOCIAÇÃO dos DADORES de SANGUE que viu negado pela CMA a "ajuda" à reparação do telhado da sua associação IPSS... tal como fora prometido há mais de um ano atrás.
SE a Rádio Tágide não apresentou qualquer contrato, não havia mais lugar a pagamentro algum, pois a rádio é uma entidade privada!
PIOR FICOU A ASSOCIAÇÃO dos DADORES de SANGUE que viu negado pela CMA a "ajuda" à reparação do telhado da sua associação IPSS... tal como fora prometido há mais de um ano atrás.