...Ou como a "cultura folclórica" dos Janas contaminou um insuspeito Sr. Lalanda!
Alves Jana condicionou, - em minha modesta opinião - a liberdade de Abril, como qualquer marxista leninista fez ou acabou por fazer. Havia coisas que não podiam ser ditas por Abrantes, não fosse Alves Jana punir os infractores ou lançá-los para o seu "index" municipal. Há coisas que não se compreendem. E a acção de Alves Jana "na cultura folclórica local", é uma delas...
Alves Jana condicionou, - em minha modesta opinião - a liberdade de Abril, como qualquer marxista leninista fez ou acabou por fazer. Havia coisas que não podiam ser ditas por Abrantes, não fosse Alves Jana punir os infractores ou lançá-los para o seu "index" municipal. Há coisas que não se compreendem. E a acção de Alves Jana "na cultura folclórica local", é uma delas...
A foto do Alves Jana, - o tal professor de miúdos deslumbrados com o "mestre-escola" a pular para cima da mesa da secretária - não desmerece de todo, como apoio simbólico, a este "post".
Mas Alves Jana foi ainda professor da cadeira no curso de Jornalismo, no Politécnico, intiluda " Sociologia da Comunicação". Os jovens candidatos a jornalistas também não deixaram de "contaminar" outros veteranos repórteres com a dita " cultura folclórica" amestrada para jornalistas avençados e outros.
O Sr. Lalanda que eu já elogiei neste blog acabou de me surpreender pela negativa. Também ele não quis ficar atrás do Engº Bioucas e vai de seguir a "cartilha" de Alves Jana com esta tirada de "cabo de esquadra", que logo foi acolhida de braços abertos pelo blog "Rexistir" do jurista e ex-vereador da Ponte de Sôr. Nem podia ser de outra maneira: os contágios têm precisamente, estes efeitos, de epidemia!
Vale a pena ver como o sim o não e o antes pelo contrário convivem tão bem no texto do Sr. Lalanda, que se reproduz no essencial:
«A MINHA PROPOSTA PARA A RPP SOLAR
Artur Lalanda
Qualquer munícipe, minimamente sensato, defenderia, com todas as suas forças, a possibilidade de ter em Abrantes uma unidade industrial com as anunciadas potencialidades da RPP Solar. Os benefícios seriam evidentes, em todos os sectores da sociedade.
Ninguém tem a certeza de que os autarcas envolvidos nas negociações iniciais, tiveram, apenas, em mente, o interesse público que levou a Câmara a conceder ao empresário as benesses que são do conhecimento geral.
O passado do Sr. Alves, aliado às declarações públicas que foi proferindo ao longo do todo o ano de 2011, são a prova de que estamos perante uma pessoa que perdeu por completo a credibilidade. Disso já ninguém duvida.
O que está em causa, no meu entendimento, é saber se continua a haver justificação para desprezar as centenas de milhares de euros que a Câmara investiu, na expectativa de o concelho de Abrantes recolher alguns benefícios. A validade da licença é secundária.
E se o empreendimento vier a ser concluído, mesmo que clandestinamente, não faltarão oportunidades para a Câmara o apoiar.
Acabava a polémica e, com ela, os reparos negativos à actuação dos responsáveis.»
Alguém percebeu o que o Sr. Lalanda quer dizer...?!
Decididamente, só o Alves Jana...