Não irá haver qualquer possibilidade de aceitar ser candidato pelo CDS ou por uma coligação do CDS com o PSD no próximo ano.
E regressar à concelhia do CDS é caso encerrado!
Portanto, estou livre e à vontade para abordar todas as críticas que entender, tomando como matriz a defesa dos interesses da minha terra, e do meu concelho de nascimento.
Julgo que tenho o dever cívico de continuar a dar o meu contributo para a melhor discussão dos problemas do concelho. Não tenho que pedir licença a ninguém para o fazer. Nem seria honesto da minha parte, silenciar as minhas opiniões, caso não coincidissem com as opiniões manifestadas por qualquer dirigente autárquico ou partidário, inclusivé do partido onde estou filiado.
MAIS: tomo como afronta pessoal, quiçá preconceituosa e desonesta, não ser convocado para uma Assembleia de Militantes ( o mesmo aconteceu a dois filhos meus, militantes do CDS), quando o presidente da concelhia e toda a direcção concelhia foi inscrita por mim, enquanto presidente concelhio, com esta curiosa peculiaridade: a actual presidente da Assembleia de Militante foi por mim convidada, não só para ser presidente da Mesa, como ainda, para encabeçar a lista à Assembleia Municipal - assinale-se, contra a vontade de alguns que estão a seu lado, nesta concelhia. E isto tinha que ser dito!
Percebo que a actual concelhia se possa sentir incomodada e pouco à vontade com o seu fraco conhecimento da vida local. E se o medo começa logo dentro de portas partidárias, o que não será, quando vierem os debates com os outros adversários partidários.
Porém, esses factos não podem servir de pretexto para me afastarem das discussões, por temerem que a minha experiência e o domínio de muitas matérias da agenda municipal, os possa fazer parecer ainda mais inexperientes do que são.
Porém, esses factos não podem servir de pretexto para me afastarem das discussões, por temerem que a minha experiência e o domínio de muitas matérias da agenda municipal, os possa fazer parecer ainda mais inexperientes do que são.
Quem não tem coragem para enfrentar as suas limitações, que se demita. Não pode é tentar silenciar os outros.
Esta tomada conjunta da Mesa e da Direcção concelhia revela um enorme défice democrático e não augura nada de positivo para o CDS e para a vida autárquica.